abril 9th, 2007

Diretores comentam Shrek Terceiro

Responsável pelos dois primeiros Shrek, Andrew Adamson anda ocupado com outra franquia lucrativa de Hollywood: As Crônicas de Nárnia. Mas às vésperas do lançamento de Shrek Terceiro (18 de maio nos EUA e 15 de junho no Brasil), a Dreamworks garante que a nova aventura do ogro verde está em boas mãos sob os cuidados de Chris Miller e Raman Hui.

No novo filme, Shrek (Mike Myers) e Fiona (Cameron Diaz) são obrigados a assumir o reino de Far, Far Away. Mas se o casal encontrar o herdeiro desaparecido do trono, eles podem voltar ao pântano. Assim, Shrek, Burro (Eddie Murphy) e o Gato-de-Botas (Antonio Banderas) partem para encontrá-lo, enquanto o Príncipe Encantado (Rupert Everett) planeja um golpe de Estado no Reino.

Abaixo, uma parte da conversa dos diretores com o site Joblo’s Movie Emporium:

Com o sucesso de Shrek 1 e 2, vocês ainda ficam ansiosos com a expectativa do público por Shrek Terceiro?

Chris Miller: Se nos preocuparmos com isso, ficaremos travados. Isso não seria saudável. Pelo contrário – perderíamos o controle. Nós trabalhamos duro para entregar o melhor filme possível.

Qual será a principal diferença deste filme para os anteriores?

Miller: Temos personagens e intérpretes novos. Gosto muito das vozes de Amy Poehler como Branca de Neve, Amy Sedaris, como Cinderela, Cheri Oteri, como a Bela Adormecida, e Maya Rudolph, como Rapunzel. Ian McShane (de Scoop) está ótimo como Capitão Gancho. E acho que estamos compreendendo o mundo da fantasia e unindo todos os grandes contos infantis.

Como é trabalhar com Justin Timberlake, que faz o jovem Rei Arthur?

Miller: Ele é muito divertido. Justin é um comediante nato, mas também um ator muito esforçado. O mais interessante em trabalhar com Justin neste filme é que ele precisou atuar como um estudante de colegial – Arthur (ou Artie) tem apenas 16 anos, em Shrek Terceiro. Nós desenvolvemos Artie juntos. No final, ele ganhou muito da personalidade de Justin.

O grande desafio na produção de Shrek Terceiro está em aproveitar a evolução da tecnologia?

Raman Hui: Não é exatamente um desafio tecnológico. Quero dizer, deixamos a história conduzir a tecnologia. Não o contrário. É mais ou menos assim: “Ok, queremos fazer isso. É possível?”. Então, a equipe mostrava o caminho. A história tem que vir sempre em primeiro lugar. Temos aqui o terceiro filme de uma franquia de sucesso, mas ainda conseguimos trazer coisas novas. O novo Shrek traz uma história única e poderosa.

Raman, como foi mudar da função de supervisor de animação para a cadeira de co-diretor?

Hui: Foi uma experiência muito proveitosa para mim. No primeiro filme, eu estava concentrado na animação e ajudei a equipe com storyboards. Em Shrek Terceiro, eu pude aprovar os resultados e ver como tudo aquilo se transformava numa história.

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