janeiro 15th, 2009

Como a vida termina

“A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso. Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade. Você vai para o colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, torna-se um bebezinho de colo, volta para o útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?”

Dizem que o autor deste pensamento poético é Charles Chaplin. De qualquer forma, o texto circula pelos e-mails da vida e já caiu na minha “caixa de entrada” umas 50 vezes. Se é ou não de Chaplin, pelo menos, parece a idéia de O Curioso Caso de Benjamin Button, novo filme de David Fincher, que chega hoje aos cinemas do País.

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