Woody Allen, New York, Paris

Woody Allen está definitivamente de volta aos grandes prêmios do cinema. De uma hora pra outra, vejam só, perceberam que ele voltou a ser um ótimo diretor e roteirista. Bom, eu acho que ele não retornou coisa nenhuma. Até porque não foi a lugar algum.
Mas como o velho Woody está de novo na moda, relembre as apaixonantes (e semelhantes) sequências de abertura de dois de seus maiores filmes, o clássico Manhattan (1979) e seu mais novo sucesso Meia Noite em Paris. Das duas, pelo menos, uma: Ou você vai ficar com vontade de viajar. Ou ficará ansioso para rever seus filmes.
MANHATTAN
MEIA NOITE EM PARIS
Vida longa ao gênio!



Perfeito


Concordo que Woody nunca foi a lugar algum, só saiu da zona de conforto dele, tentou novos ares e conseguiu!
O que “Manhattan” e “Meia-Noite em Paris” tem em comum é que são belas homenagens a cultura que cada uma dessas cidades possuem. Um sonho lindo que ele teve, digamos.
Woody Allen, I love you! Você é um dos responsáveis por fazer me apaixonar por Nova York muitas e muitas vezes. Gênio! rsrsrs.
Beijos!
MAYARA
Gosto quando você fala sobre Woody Allen. Bjs!
Pois eu acho que essa “perambulação” vem fazendo um bem e tanto pra ele, Otávio. Aqueles monólogos intermináveis, aquelas marcações pobres, finalmente sumiram. Grande Allen!
Viva, Woody!! É sempre bom ver diretores clássicos como ele voltando à moda!!! Que ele continue inspirado desse jeito e fazendo bons filmes. O cinema agradece!
Beijos!
VINÍCIUS
Marcações pobres? Monólogos intermináveis? Ora vejam só! Volte aqui, menino!
KAMILA
Nós agradecemos, né? Bjs!
Acho que sair da “zona de conforto” fez um bem danado a Woody Allen.Ele já usou suas idéias brilhantes em londres,Barcelona e Paris.Queria assistir um filme de Allen no Rio.Abs.
Realmente, as duas sequências iniciais tem basicamente a mesma ideia e são extremamente semelhantes – inclusive, por suas belezas. Woody Allen é mestre, ele só está de volta aos holofotes, como disse, o cinema de qualidade ele nunca abandonou – claro, tem as obras xumbregas, mas com a produção dele, de um filme por ano, é inevitável. Viva o retorno triunfal!