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	<title>Hollywoodiano &#187; Destaque</title>
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		<title>Plano de Fuga</title>
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		<pubDate>Mon, 21 May 2012 20:53:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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		<description><![CDATA[Remake amarelado, sujo, feio e fedorento do azulado e limpinho "O Troco". Com o mesmo ator. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.hollywoodiano.com-a.googlepages.com/duasestrelas.JPG" border="0" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-9760" href="http://www.hollywoodiano.com/2012/05/plano-de-fuga/get-the-gringo/"><img class="aligncenter size-full wp-image-9760" title="Get the gringo" src="http://www.hollywoodiano.com/wp-content/uploads/2012/05/Get-the-gringo.jpg" alt="Get the gringo" width="600" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Desculpe-me se você está interessado em leituras sobre a vida pessoal dos astros. Mas aqui ninguém vai ler se Mel Gibson é racista e bate em mulheres. Só vou dizer que ele ainda continua um ótimo herói de filmes de ação. E aos 56 anos. É verdade que <em><strong>Plano de Fug</strong></em><em><strong>a</strong></em> (<em>Get the Gringo</em>, 2012) é um filme que você nem vai lembrar quando acordar no dia seguinte, até dar de cara com a sua vigésima reprise no <em>Domingo Maior</em>. Em parte porque você já viu isso antes. E com o próprio Mel Gibson. Plano de Fuga é uma espécie de <em>remake</em> amarelado, sujo, feio e fedorento do azulado e limpinho <em>O Troco</em>, que por sua vez já era uma refilmagem de <em>À Queima Roupa</em>, filme de 1967 com Lee Marvin.</p>
<p style="text-align: justify;">Em <em>Plano de Fuga</em>, Mel Gibson é um vigarista sem nome, que rouba uma bela grana de um ricaço e a consequência é tirar férias sem volta num presídio mexicano. Apesar do oportuno título nacional, <em>Plano de Fuga</em> não se trata simplesmente do bom e velho Martin Riggs tentando escapar da prisão lamacenta e mais quente que o inferno. Quando o protagonista dá indícios de que planeja algum meio de sair dali, ele conhece um menino (o promissor Kevin Hernandez), e se mete num jogo de gato e rato de soluções tão imprevisíveis quanto as do esquecível <em>O Troc</em>o. O (anti)herói passa a destrinchar todas as peças do tabuleiro, dando uma de detetive, quando deveria partir pra porrada na e cruzar a fronteira na marra.</p>
<p style="text-align: justify;">E o erro de <em>Plano de Fuga</em> é exatamente esse. O de ser mais ambicioso que aparentava ser em sua primeira metade. Começa com diálogos que funcionariam muito bem em filmes como <em>Os Mercenários</em> e termina tentando posar de engraçadinho, como um thriller munido de inteligência acima de média. Mas não se assuste. É só pretensão. Ninguém aqui precisa ter nível superior para entender a trama.</p>
<p style="text-align: justify;">A ambição podia ter ficado na base das referências, como a do cinema de Sam Peckinpah – antes que você perceba o dedo na produção do Sr. Gibson em momentos violentíssimos, como a cena do tiroteio, lembre-se que a histórias dos filmes começou muito antes de <em>Mad Max</em>. O cineasta de <em>Meu Ódio Será Sua Herança</em> certamente tiraria o chapéu para essa sequência rodada em câmera lenta, ressaltando o fetiche pela violência. Mas tanto Gibson, que também assina o roteiro, quanto o diretor estreante Adrian Grunberg (assistente de direção de Gibson em <em>Apocalypto</em>) tentam voos mais altos para entregar algo mais ousado para os padrões hollywoodianos, já que o astro está definitivamente rompido com a indústria.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, por incrível que pareça, o fim do filme não justifica o meio. O que se vê é apenas enrolação para que tudo termine da forma mais redondinha possível. O que começou como uma obra de outsider termina como um pedido descarado de “aceitem-me de volta, por favor”.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Plano de Fuga</strong></em> (<em>Get the Gringo</em>, 2012)<br />
<strong> Direção:</strong> Adrian Grunberg<br />
<strong> Roteiro:</strong> Mel Gibson, Stacy Perskie e Adrian Grunberg<br />
<strong> Elenco: </strong>Mel Gibson, Kevin Hernandez, Daniel Gimenez Cacho, Dolores Heredia, Peter Gerety e Peter Stormare</p>
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		<title>Battleship: A Batalha dos Mares</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 02:41:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Posts]]></category>

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		<description><![CDATA[A síntese do que existe de pior no cinema americano]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.hollywoodiano.com-a.googlepages.com/umaestrela.JPG" border="0" alt="" /></p>
<p><a href="http://www.hollywoodiano.com/2012/05/battleship-a-batalha-dos-mares-2/battleship/" rel="attachment wp-att-9747"><img src="http://www.hollywoodiano.com/wp-content/uploads/2012/05/battleship.jpg" alt="battleship" title="battleship" width="600" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-9747" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Lançado na temporada dominada pelo merecido sucesso de <em>Os Vingadores</em>, <strong><em>Battleship: A Batalha dos Mares</em></strong> (<em>Battleship</em>, 2012) é o contraponto ideal para quem ainda resiste ao filme de Joss Whedon. Estamos falando de diversão, então a comparação pode cair nos ombros de <em>Os Vingadores</em> e não de filmes como <em>O Artista</em>, <em>Os Descendentes</em> ou <em>Razão e Sensibilidade</em>. Somos nerds. Não burros.</p>
<p style="text-align: justify;">E dá pra se divertir em <em>Battleship</em>? Claro que dá. Um pouco. Mas a questão não devia ser essa. Porque parece a cópia da cópia de muitos filmes que tomam os cinemas de assalto ano após ano sempre no verão americano. Com direção do medíocre Peter Berg (<em>O Reino</em>, <em>Hancock</em>), <em>Battleship </em>tem cacoetes de <em>Pearl Harbor</em> e <em>Transformers</em>, com um tempero de <em>Independence Day</em>. Pronto. Temos um lixo total previsível e barulhento, que não deixa nada para o espectador assim que ele vai embora do cinema. É <em>fast food</em>, que pode vir a ser indigesta. Pior: Você viu aí em cima os tipos de filme que resgatei na memória. Tudo feito por caras ainda piores que Peter Berg. Vamos falar a verdade: quando a inspiração é Michael Bay e Roland Emmerich, Hollywood está determinada a fritar o que restou do cérebro das pessoas que pagam para ir ao cinema atrás de, pelo menos, uma boa diversão que não ofenda os nossos miolos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ok, os efeitos visuais são ótimos, mas parecem xerox colorida de <em>Transformers</em>. Vejam só a genialidade da coisa: um <em>Transformers</em> no mar. Tudo bem, no mínimo o elenco precisa contar com bons atores. Mas o que temos são atuações canastras, com personagens batidos e formulaicos, como aleijados e gostosonas, que funcionariam às mil maravilhas se estivéssemos vendo uma continuação do assumidamente tosco <em>Machete.</em> Não dá para se importar com quem vive ou morre entre Taylor Kitsch e Rihanna. Meu Deus! Rihanna? Sim, eu disse Rihanna. Você confiaria o destino da humanidade a Rihanna e alguns barquinhos cheios de marinheiros americanos patriotas?</p>
<p style="text-align: justify;">E dá-lhe diálogos ruins, constrangedores, clichês visíveis a olho nu. Se o clichê faz você parar pra pensar que aquilo que você acabou de ver é clichê, cara, levanta e sai do cinema, porque o grau de envolvimento com o filme bateu no zero. Nem a oportunidade de torcer pela vitória dos ETs – para que eles massacrem os heróis apáticos do filme – resta ao público.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Battleship</em> se diz uma adaptação do jogo de tabuleiro <em>Batalha Naval</em>.</p>
<p>Mas “baseado” como? O que há para ser adaptado de um jogo de tabuleiro para o cinema? O que há para ser adaptado para o cinema de um videogame do século passado? O que há para ser adaptado de um outdoor bacana que você viu nas ruas para a tela do cinema? O que há para ser adaptado de um cinzeiro na mesa da sua sala? O que acontece com Hollywood?</p>
<p style="text-align: justify;">Mas sabe o que é pior? A culpa é minha. Toda minha. E sua. Porque pagamos pra ver isso.</p>
<p><strong><em>Battleship: A Batalha dos Mares </em></strong>(<em>Battleship</em>, 2012)<br />
<strong>Direção:</strong> Peter Berg<br />
<em><strong>Roteiro:</strong></em> Erich Hoeber e Jon Hoeber<br />
<em><strong>Elenco: </strong></em>Taylor Kitsch, Alexander Skarsgård, Brooklyn Decker, Tadanobu Asano, Hamish Linklater, Liam Neeson, Peter MacNicol, John Tui, Jesse Plemons, Gregory D. Gadson, Adam Godley e Rico McClinton</p>
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		<title>Os Vingadores</title>
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		<pubDate>Sun, 06 May 2012 03:19:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio Almeida</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[avengers]]></category>
		<category><![CDATA[joss whedon]]></category>

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		<description><![CDATA[Balada nerd sem precedentes]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.hollywoodiano.com-a.googlepages.com/quatroestrelas.JPG" border="0" alt="" /></p>
<p><a rel="attachment wp-att-9677" href="http://www.hollywoodiano.com/2012/05/os-vingadores-4/the-avengers_1/"><img class="aligncenter size-full wp-image-9677" title="The Avengers_1" src="http://www.hollywoodiano.com/wp-content/uploads/2012/05/The-Avengers_1.jpg" alt="The Avengers_1" width="600" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Os Vingadores </em></strong>(<em>The Avengers</em>, 2012) é uma balada nerd sem precedentes; colorida, alegre, empolgante, de pensamento pra frente, positivo. E o mais importante: funciona para todos os tipos de adultos, dos oito aos 80 anos. Fãs ou não das HQs da Marvel. Um contraponto bem dado à tendência de adaptar essas histórias para o cinema em forma e conteúdo sombrios. Como se isso fosse requisito obrigatório para que um público mais inteligente pudesse ser capaz de levar a temática a sério. Bobagem. Basta o filme ser bem escrito, dirigido e atuado. Precisa ser bom. Ponto.</p>
<p style="text-align: justify;">Nada contra o que Christopher Nolan faz nos filmes do Homem-Morcego. Funcionou. O problema em Hollywood é a tendência. O Batman, cavaleiro das trevas, deu certo. O casamento do herói com as sombras foi amor à primeira vista. Só que para a indústria isso serviu de desculpa para o blockbuster ideal ganhar em pessimismo, poucas cores e mais violência.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Os Vingadores </em>é o filme dos sonhos da Marvel, editora falida que se tornou estúdio de primeira linha no cinema. Mais errou que acertou ao conduzir <em>Homem de Ferro 2</em> e <em>Capitão América</em>, por exemplo, como meros trampolins para se chegar até aqui. A estratégia foi discutível. Mas, ora, vejam só, não é que deu certo? O resultado é um dos melhores filmes de super-heróis já feitos. E o melhor da Marvel. Ficou sob os cuidados de Joss Whedon, um dos maiores nerds que esse mundo já criou. Fez séries como <em>Buffy</em>, <em>Angel</em>, <em>Firefly</em> e se aventurou até pelos quadrinhos. Não tinha muito como dar errado.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele pode não inovar como cineasta, mas mantém a direção desse trem no caminho certo. Na atual conjuntura está bom demais. Até porque temos um Michael Bay mais prestigiado do que ele na indústria. O Sr. Bay precisa ver e rever o clímax empolgante de <em>Os Vingadores </em>para aprender como se filma ação sem ofender a inteligência da plateia, deixando-a ver tudo o que está acontecendo e permitindo que cada um dos espectadores possa se importar com quem vive ou morre na tela.</p>
<p style="text-align: justify;">E por que Joss Whedon consegue? Simples. Ele tem a ousadia de confiar naquele que paga ingresso, exigindo dele apenas um pouco de paciência e atenção para acompanhar a construção da trama e de seus personagens. Os Vingadores reúne o Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Capitão América (Chris Evans), Thor (Chris Hemsworth), Hulk (Mark Ruffalo), Viúva Negra (Scarlett Johansson) e Gavião Arqueiro (Jeremy Renner). Você já conhece esses personagens. Dos quadrinhos ou dos filmes. Whedon podia muito bem deixar as apresentações pra lá e partir para a correria e a porrada. Mas ele sabe que o cinemão americano está emburrecendo. Whedon é um inteligente contador de histórias, atento para os detalhes. Hollywood acha que seu público deixa o senso crítico do lado de fora do cinema. Whedon sabe que a plateia precisa ser conquistada a cada filme.</p>
<p style="text-align: justify;">O diretor entendeu que não importa se a gente conhece esses heróis há tempos. Notou que o público precisa se importar com eles NESTE filme. Portanto, <em>Os Vingadores</em>, para um blockbuster do século 21, até que começa com pouca ou quase nenhuma ação. Whedon constroi lentamente a trama e os elos entre os heróis, que em primeiro lugar lutarão contra seus próprios egos para depois se unirem em nome da salvação do Planeta.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-9676" href="http://www.hollywoodiano.com/2012/05/os-vingadores-4/the-avengers_2/"><img class="aligncenter size-full wp-image-9676" title="the avengers_2" src="http://www.hollywoodiano.com/wp-content/uploads/2012/05/the-avengers_2.jpg" alt="the avengers_2" width="600" height="274" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Desculpe-me se você não admite que filmes assim possam ter bons roteiros, mas Joss Whedon (com a ajuda de Zak Penn) além de costurar bem a narrativa sem abrir mão de muita ação, entregou ótimos diálogos (a maioria deles para Robert Downey Jr.) e não deixou ninguém de lado. Todos os atores têm seus momentos. Até Scarlett Johansson e Jeremy Renner – com seus heróis menos famosos – não são coadjuvantes e desempenham papéis fundamentais na trama. Quando Whedon coloca seus protagonistas para brigar entre si não se trata de delírio nerd gratuito. É uma forma bem sacada de levar a narrativa adiante sem deixar de desenvolver os laços entre os personagens – e unindo o útil ao agradável para Hollywood, que é o fato de não abrir mão do espetáculo. E quando todos eles estão juntos no fim botando pra quebrar nas ruas de Nova York (por favor, deixe pra lá qualquer analogia ao 11 de setembro) é impossível não vibrar, torcer e rir muito. Você já está fisgado. E isso é roteiro. É direção. É o trabalho de um cineasta apaixonado.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas saídas imaginadas por Whedon chegam a ser imprevisíveis. Muitas delas protagonizadas pela carta na manga do filme: o Hulk. O Gigante Esmeralda nunca esteve tão bem retratado nas telas. Tanto na versão humana quanto na&#8230; verde. Parte disso é mérito de Mark Ruffalo, demonstrando uma serenidade que contrasta perfeitamente com a explosão do monstro. Outra parte está na genialidade da Industrial Light &amp; Magic. Mas as duas partes não convenceriam sem (novamente) um roteiro bem feito. Acredite: você vai adorar o Hulk.</p>
<p style="text-align: justify;">E vai gostar muito de Tom Hiddleston como o vilão Loki. Irônico, consciente de sua ameaça para a Terra ao mesmo tempo em que tenta esconder os medos do personagem, Loki, por Hiddleston, é irresistível, extraordinário. Seu vilão quase não grita. Pelo contrário, está quase sempre sorrindo. É muito bom odiá-lo. No único momento em que Loki perde a linha, logo na frente do Hulk, Os Vingadores ganha uma de suas melhores cenas. Falando nisso, difícil é escolher a melhor cena do filme. Raridade.</p>
<p style="text-align: justify;">Se Whedon leva a fantasia a sério, ele sabe também que um filme desses precisa de humor nas cenas certas. Nunca de forma idiota ou infantil. É humor inserido com precisão cirúrgica, nascido da amizade, dos diálogos entre amigos de longa data &#8211; desculpe-me, mas algumas falas são ótimas por serem politicamente incorretos. E a cumplicidade que vem das inevitáveis risadas sinceras da plateia prova que somos todos nerds. E Whedon deita e rola, tirando proveito disso.</p>
<p style="text-align: justify;">Lamento somente saber que a trilha sonora que não fede nem cheira é assinada por Alan Silvestri. Estamos falando simplesmente do responsável por trilhas eternas de filmes como <em>De Volta Para o Futuro </em>e <em>Forrest Gump</em>. Só isso. Mas talvez não seja culpa dele. É sinal dos tempos. Hoje, muitos acham que a trilha ininterrupta e grandiosa, marca registrada de gênios como Silvestri, atrapalha o filme. Acredito que produções especiais como Os Vingadores clamam por uma trilha diferenciada, que ainda valha a pena ser escutada longe do cinema. Pena. Ao menos, fico feliz por ver o nome de Alan Silvestri ainda na ativa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Os Vingadores </em></strong>(<em>The Avengers</em>, 2012)<br />
<strong>Direção</strong>: Joss Whedon<br />
<strong>Roteiro</strong>: Zak Penn e Joss Whedon<br />
<strong>Elenco</strong>: Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Tom Hiddleston, Clark Gregg, Cobie Smulders, Stellan Skarsgård, Samuel L. Jackson, Gwyneth Paltrow, Paul Bettany, Alexis Denisof e Tina Benko</p>
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