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	<title>Hollywoodiano &#187; katherine heigl</title>
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		<title>Juntos Pelo Acaso</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Oct 2010 13:02:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Posts]]></category>
		<category><![CDATA[greg berlanti]]></category>
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		<category><![CDATA[katherine heigl]]></category>

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		<description><![CDATA[Ooooooh... Que bebê lindo! Mas, no final, sempre teremos aquela velha corrida ao aeroporto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img src="http://www.hollywoodiano.com-a.googlepages.com/umaestrela.JPG" border="0" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5271" title="Juntos pelo Acaso_2" src="http://www.hollywoodiano.com/wp-content/uploads/2010/10/Juntos-pelo-Acaso_2.jpg" alt="Juntos pelo Acaso_2" width="600" height="300" /><br />
Dá medo só de saber que <strong><em>Juntos Pelo Acaso</em></strong> (<em>Life As We Know It</em>, 2010) é mais uma comédia romântica estrelada por Katherine Heigl. A ex-talentosa atriz da série <em>Grey’s Anatomy</em> só paga mico no cinema. Tirando <em>Ligeiramente Grávidos</em>, claro.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela é mais uma vítima de Hollywood, um projeto muito mal planejado para resultar na &#8220;nova Meg Ryan&#8221;. Prefiro culpar a indústria, mas admito que é difícil defender a atriz. Katherine ainda é jovem, linda, carismática, mas parece aceitar tudo o que vem pela frente. Em <em>Juntos Pelo Acaso</em>, por exemplo, ela simplesmente liga o piloto automático. Não estou falando do modo Al Pacino e Jack Nicholson de atuar nos dias de hoje. Katherine ainda não chegou neste nível. Falo do piloto automático baseado em observação, treino e prática dos tiques de Meg Ryan &#8211; os encantadores e os chatos &#8211; em comédias românticas.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Juntos Pelo Acaso</em> é dirigido por Greg Berlanti, produtor e roteirista de séries como <em>Brothers &amp; Sisters</em>. Esses talentos indomáveis da TV, sujeitos cheios de amor pra dar que migram para o cinema e esquecem que a tela é bem maior que a da televisão. Tudo deve ser maior no cinema. E <em>Juntos Pelo Acaso</em> evidencia a carência de criatividade da indústria, revisitando esse “gênero” involuntário de tempos em tempos. Ou de nove em nove meses, você escolhe. Não é aquele típico filme “fiquei grávida”, como <em>Juno</em>, <em>Ligeiramente Grávidos</em> ou o recente <em>Coincidências do Amor</em>. Falo do filme “Ih, ferrou! Como vou cuidar desse neném?” São produções como <em>Presente de Grego</em>, e <em>Três Solteirões e um Bebê</em>. Diferente de seus antecessores &#8211; e olha que <em>Três Solteirões</em> é um remake -, <em>Juntos Pelo Acaso</em> não traz personalidade. Em alguns anos, ainda estará engatinhando, falando &#8220;gugu dadá&#8221;, sendo facilmente esquecido numa prateleira empoeirada de locadora. Ou custando R$19,90 numa promoção &#8220;pague um, leve dois&#8221; de um supermercado qualquer.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5272" title="Juntos pelo Acaso_1" src="http://www.hollywoodiano.com/wp-content/uploads/2010/10/Juntos-pelo-Acaso_1.jpg" alt="Juntos pelo Acaso_1" width="600" height="300" /><br />
Você já viu esse filme antes.<em> Juntos Pelo Acaso</em> é sobre um casal (Katherine Heigl e Josh Duhamel) que se odeia, mas você sabe bem como essa história vai terminar. E até que começa bem. O casal de amigos dessa dupla morre num acidente de carro e deixa a pequena Sophie (as trigêmeas Brynn, Brooke e Alexis Clagett) para os &#8220;padrinhos&#8221; cuidarem. Mas então o diretor Greg Berlanti abraça os clichês cômicos e dramáticos, não arrisca, querendo sucesso garantido com a plateia que paga caro pra ver filme repetido. E não oferece novidades em direção, roteiro (estrutura, diálogo, história) e atuações daqui até o final para preservar seu filme na cabeça e no coração do público por muito, muito tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Que drama barato ver esse casal brigando porque vai ficar numa bela mansão de uma badalada vizinhança, com tudo pago por um ano pelos amigos falecidos. Que triste, não? O filme pode ter cocô e choradeira de neném para fazer o público rir. Mas o que importa é torcer para que as crianças grandes Katherine Heigl e Josh Duhamel troquem juras de amor e briguem lá pelas tantas. Só para que, no final, um deles saia correndo atrás do outro no aeroporto. Ah, sempre teremos o aeroporto. Até em <em>Friends</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">A fórmula é garantida. E a verdade é que precisamos de filmes assim. Só acho que há o desgaste do desgaste. O problema nem é a previsibilidade do destino do casal. Os estúdios, os roteiristas, os produtores e os diretores perderam interesse pela qualidade, o sentimento, a paixão pelo projeto na hora de se contar uma história cativante. O que ficou é a quantidade de clichês, a produção de um filme sem alma, a cópia da cópia da cópia, que não preserva a essência dos grandes clássicos do gênero nem mesmo olha para o futuro do cinema.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas você vai se pegar fazendo &#8220;Ooooooh&#8230;&#8221; em algum momento do filme. Ainda mais com um bebê tão fofo, em um filme tão fofo. Quem não gosta de <em>Juntos Pelo Acaso</em> só pode ser mal amado, não? É o que Hollywood quer que você pense daqueles que reclamam de mais do mesmo dentro das comédias românticas.</p>
<p><strong><em>Juntos Pelo Acaso</em></strong> (<em>Life As We Know It</em>, 2010)<br />
<strong>Direção:</strong> Greg Berlanti<br />
<strong>Roteiro:</strong> Ian Deitchman e Kristin Rusk Robinson<br />
<strong>Elenco:</strong> Katherine Heigl, Josh Duhamel, Josh Lucas, Christina Hendricks e Jean Smart</p>
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		<title>A Verdade Nua e Crua</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 22:55:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts]]></category>
		<category><![CDATA[gerard butler]]></category>
		<category><![CDATA[katherine heigl]]></category>
		<category><![CDATA[robert luketic]]></category>

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		<description><![CDATA[Katherine Heigl e Gerard Butler pagam mico em comédia romântica que precisa de Viagra]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img src="http://www.hollywoodiano.com-a.googlepages.com/umaestrela.JPG" border="0" alt="" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1233" title="Ei, Gerard, você tá em tudo quanto é filme, cara" src="http://www.hollywoodi.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2009/09/Ei-Gerard-você-tá-em-tudo-quanto-é-filme-cara1.jpg" alt="Ei, Gerard, você tá em tudo quanto é filme, cara" width="600" height="300" /><br />
É muito triste acompanhar a carreira cinematográfica de Katherine Heigl. Bonita e  talentosa, a atriz  tem participação fixa e brilhante na série de TV <em>Grey&#8217;s Anatomy</em>. Se é para ganhar espaço na tela grande, ela bem que poderia cobrar muito mais caro. Perdida em projetos desnecessários, que não contribuem em nada até mesmo para o gênero &#8220;comédia romântica&#8221;, como <em>Vestida para Casar</em> e, agora, <em><strong>A Verdade Nua e Crua</strong></em> (<em>The Ugly Truth</em>, 2009), Katherine caiu no conto do vigário de Hollywood, que vê nela uma das prováveis substitutas para o posto de &#8220;namoradinha da América&#8221;, afinal Julia Roberts, Sandra Bullock e Meg Ryan não têm mais idade para brincar de médico ou casinha.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso de Katherine Heigl, Hollywood parece aquele canal de TV aberta mais poderoso do Brasil, que compra séries de grande audiência para deixá-las na geladeira. Ou para exibi-las às quatro da manhã, quando quase ninguém está vendo. E isso só para que seus concorrentes não tenham o prazer de tê-las em sua grade de programação. O pior é que Katherine Heigl parece gostar da ideia, afinal ela tem culpa no cartório. Além de atriz, ela é a produtora de <em>A Verdade Nua e Crua</em>. Assim, fica difícil defender a adorável Izzie Stevens, sua personagem em <em>Grey&#8217;s Anatomy</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">No filme, ela é Abby Richter, produtora de TV que precisa lidar com o novo astro do canal, o <em>macho man</em> Mike Chadway (Gerard Butler), apresentador do programa <em>A Verdade Nua e Crua</em>, que dispara sem dó nem piedade o que realmente se passa na(s) cabeça(s) dos homens. Suas atitudes excêntricas aumentam os índices de audiência da emissora, mas chocam a certinha e pobrezinha Abby, que faz de tudo para convencer seu chefe a retirar o guru espartano do programa.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1232" title="Katherine, você está bem mais bonita sem aquele lenço na cabeça" src="http://www.hollywoodi.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2009/09/Katherine-você-está-bem-mais-bonita-sem-aquele-lenço-na-cabeça1.jpg" alt="Katherine, você está bem mais bonita sem aquele lenço na cabeça" width="600" height="300" /><br />
Daqui pra frente, você não precisa ser dono da verdade nua e crua para saber o que acontecerá até o final. É o esquema básico: Os opostos se atraem? Confere. Vem a inevitável cena do beijo? Confere. Eles se desentendem quando todo a plateia já sabe que ficarão juntos no fim? Confere. O casal faz as pazes na última cena? Confere.</p>
<p style="text-align: justify;">Ok, seria o típico filme divertido para zerar os neurônios se as &#8220;piadas picantes&#8221; não fossem apenas fogo de palha. Ou se Katherine Heigl e Gerard Butler, tão a vontade em suas cenas, não exagerassem nas atuações histéricas com gritos, caras e caretas. Já metem o pau em Jim Carrey por muito menos. Katherine, por sua vez, ainda tem uma cena que remete ao falso orgasmo de Meg Ryan, em <em>Harry &amp; Sally &#8211; Feitos um Para o Outro</em>, mas a loira de <em>Grey&#8217;s Anatomy</em>, por incrível que pareça, perde de goleada no quesito talento para a ex-namoradinha da América.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem falar que o diretor Robert Luketic (<em>Legalmente Loira</em>), medíocre como ele só, faz qualquer um brochar com suas freadas violentas no ritmo do filme. O que é aquela demorada (e mal editada) cena de dança entre Katherine Heigl e Gerard Butler? E a desnecessária cena que fecha o filme após o clímax no balão com cenário de Hitchcock? Cara, quem diria que estaríamos aqui, em pleno século XXI, falando bem da Meg Ryan?</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>A Verdade Nua e Crua</strong></em> (<em>The Ugly Truth</em>, 2009)<br />
<strong>Direção:</strong> Robert Luketic<br />
<strong>Roteiro:</strong> <span id="Conteudo1_lblRoteiro">Nicole Eastman, Karen McCullah Lutz e Kirsten Smith</span><br />
<strong>Elenco:</strong> <span id="Conteudo1_lblElenco">Katherine Heigl, Gerard Butler, Bree Turner, Eric Winter, Nick Searcy e Cheryl Hines</span></p>
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