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	<title>Hollywoodiano &#187; pixar</title>
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		<title>Atualização do ranking Pixar</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 23:04:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Top 10 com a emoção dominando a razão]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1169" title="Toy Story 2" src="http://www.hollywoodi.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2009/09/Toy-Story-2.jpg" alt="Toy Story 2" width="600" height="276" /><br />
<strong>1- TOY STORY 2</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Imaginaste que <strong><em>Toy Story 2</em></strong> jamais igualaria o feito de vosso irmão mais velho. Com sangue da mesma família correndo nas veias, a animação lutou bravamente contra inimigos poderosos, mas conquistou os Deuses da Imprensa Estrageira em Hollywood ao tocar o Globo de Ouro de <em>Melhor Filme &#8211; Comédia/Musical</em>. Registros de livros de história comprovam que um raio pode cair num mesmo lugar. Ainda mais quando vossos guerreiros Woody, Buzz, Cabeça de Batata e tantos outros intrépidos cavaleiros estão munidos de <em>roteirus estupendus</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1168" title="WALL-E" src="http://www.hollywoodi.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2009/09/WALL-E.jpg" alt="WALL-E" width="600" height="300" /></p>
<p><strong>2- WALL-E</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um robô monossilábico tem mais coração do que a raça humana? Queres dar um recado, Pixar Toda Poderosa? Calo-me diante de Tua magnífica e pura mensagem. Apenas deixo a energia dominar minha alma, que jamais entendeu coisa alguma desta vida cruel, em que mortais devastam o próprio planeta com seus vícios podres. Talvez, nesta vida real, não tenhamos um robozinho para nos salvar em um futuro próximo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1167" title="Ratatouille 1" src="http://www.hollywoodi.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2009/09/Ratatouille-1.jpg" alt="Ratatouille 1" width="600" height="251" /></p>
<p><strong>3- RATATOUILLE</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Precisas admitir, mortal, que duvidaste do poder devastador de <strong><em>Ratatouille</em></strong> antes mesmo de vossa entrada no cinema. Confesse agora e serás perdoado por toda a eternidade. Admitas que o diretor Brad Bird entregou uma obra-prima diante de vossos olhos, que a Terra há de comer, e bateu prazerosamente em vossa cara com luva de pelica após <em>queixus caídus</em> ao término da sessão.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1166" title="Finding Nemo" src="http://www.hollywoodi.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2009/09/Finding-Nemo.jpg" alt="Finding Nemo" width="600" height="265" /><br />
<strong>4- PROCURANDO NEMO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Decoraste a cantoria dos oceanos de Lady Dory (<em>Continue a nadar, continue a nadar</em>) e abominaste <em>O Espanta Tubarões</em>; que profanou a coroa de <strong><em>Procurando Nemo</em></strong>, lançando-a por terra. Testemunhaste a jornada de Marlin contra os inimigos dos sete mares para resgatar seu amado filho. Ó Pixar, recusaram ouvir-Te e não se lembraram das Tuas maravilhas anteriores e duvidaram da saga dos peixinhos falantes. Todavia, Tu, pela multidão das Tuas misericórdias, não deixaste os cinéfilos pecadores no deserto.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1165" title="Up to blog" src="http://www.hollywoodi.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2009/09/Up-to-blog.jpg" alt="Up to blog" width="600" height="300" /><br />
<strong>5- UP: ALTAS AVENTURAS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ninguém acreditou que uma casa voadora e um velhinho de bengala seriam capazes de dar ao mundo uma aventura extraordinária. Mais uma vez, Pixar, desacreditamos de vossa sabedoria e genialidade agudas. Não merecemos o pão que comemos diariamente. Tu, por outro lado, não cansas de mostrar aos mortais, que se acham o máximo por terem livre arbítrio, que é possível vencer os obstáculos, quebrar barreiras e viver intensamente, aproveitando cada segundo dessa tal felicidade. Um dia, quem sabe, talvez Teus súditos compreendam&#8230;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1164" title="Toy Story" src="http://www.hollywoodi.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2009/09/Toy-Story.jpg" alt="Toy Story" width="600" height="263" /><br />
<strong>6- TOY STORY</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Disney não se cansava de produzir desenhos chatos com canções intermináveis. Nesta época de trevas, nascia o primeiro Filho da Pixar para a sétima arte. Por intermédio dos teus profetas; <strong><em>Toy Story</em></strong> revolucionou o <em>modus operandi</em> de Hollywood. Desenho passou a ser reconhecido como animação. Animação passou a ser reconhecida como filme ambicioso com atributos como direção e roteiro recebendo a mesma importância de imagem, movimento e som. Ó Pixar, Tuas abundantes produções são para os reis que freqüentam os cinemas em busca de qualidade. Nota: Dizem que a Pixar fez <em>Toy Story</em> em seis dias. No sétimo, Ela descansou.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1163" title="Untitled-1" src="http://www.hollywoodi.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2009/09/Untitled-11.jpg" alt="Untitled-1" width="600" height="300" /><br />
<strong>7- OS INCRÍVEIS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pela primeira vez, Ó Pixar, colocaste o homem digital como protagonista de uma aventura. Alguns mortais não prestaram a devida atenção, pois ainda estavam fascinados com a saga do famoso peixe palhaço. Ainda assim, Teu povo foi desobediente e se revoltou contra Ti, afinal <strong><em>Os Incríveis</em></strong> não tem bichinhos bonitinhos. Mais uma vez, calaste a boca dos infiéis e detratores de filmes sobre super-heróis e outros lixos hollywoodianos. Fizeste mais uma obra divina. Por causa de tudo isso, estabelecemos aliança fiel com Teu reino, Pixar.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1161" title="Monstros SA" src="http://www.hollywoodi.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2009/09/Monstros-SA1.jpg" alt="Monstros SA" width="600" height="285" /><br />
<strong>8- MONSTROS S.A.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Apresentaste o reino dos monstros que reside além de nossos armários com vestes mofadas. Mesmo assim, o encanto da Deusa Boo e seus servos Mike Wazowski e James P. Sullivan não evitaram a derrota no Oscar para aquele desgraçado ogro verde. Perdoe os mortais, Pixar, pois eles não sabem o que fazem.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1160" title="Carros" src="http://www.hollywoodi.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2009/09/Carros.jpg" alt="Carros" width="600" height="256" /></p>
<p><strong>9- CARROS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pobres almas corrompidas reclamam deste Teu filho, que nada mais fez do que tocar o coração de cada mortal. Por isso, merecemos Tua ira! Pixar, jogue todas as pragas, que existem neste &#8211; e no outro &#8211; mundo, em cima de nossas imensas cabeças ocas, que não entendem nada de carro.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1159" title="A Bugs Life" src="http://www.hollywoodi.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2009/09/A-Bugs-Life.jpg" alt="A Bugs Life" width="600" height="256" /><br />
<strong>10 &#8211; VIDA DE INSETO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se <em>Carros</em> sofreu, imagine o que nós, bestas, fizemos com Teu <em><strong>Vida de Inseto</strong></em>, quase sempre esquecido até na hora das reclamações contra Teu grandioso poder, que cobre a Terra de vasta alegria. Rogo a Ti, Pixar, afinal não merecemos mais vossa superação filme após filme, pois confesso que esperamos pelo deslize de Tua perfeição a cada ano que passa somente para provar a nós mesmos que, um dia, estaremos no nível dos Deuses.</p>
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		<title>Up &#8211; Altas Aventuras</title>
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		<comments>http://www.hollywoodiano.com/2009/09/up/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 15:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts]]></category>
		<category><![CDATA[pixar]]></category>

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		<description><![CDATA[A Pixar acerta de novo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.hollywoodiano.com-a.googlepages.com/cincoestrelas.JPG" border="0" alt="" /></p>
<p><span style="FONT-FAMILY: Verdana"> </span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="FONT-FAMILY: Verdana"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5379488411400723538" style="text-align: center; margin: 0px auto 10px; width: 400px; display: block; height: 235px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_NGcFvkK2OTo/SqfINVre3FI/AAAAAAAAFSs/VcKuMFwdmk8/s400/Up+2.jpg" border="0" alt="" /><br />
No fim de <em>Hook &#8211; A Volta do Capitão Gancho</em>, de Steven Spielberg, o Peter Pan adulto interpretado por Robin Williams diz à sua família que viver foi a maior de todas as aventuras. Ok, eu sempre tive dificuldade para acreditar em suas palavras, afinal isso veio do sujeito que passou por poucas e boas na Terra do Nunca azucrinando os pobres piratas. Como é que uma vidinha normal e sem surpresas pode ser mais divertida e encantadora do que uma aventura ao lado de um herói que só pode existir em livros e filmes? Curiosamente, essa é a essência de <em><strong>Up &#8211; Altas Aventuras</strong></em> (<em>Up</em>, 2009), mais uma obra-prima da Pixar.</span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="FONT-FAMILY: Verdana"> </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="FONT-FAMILY: Verdana">Quem procura por mensagens nos filmes, <em>Up</em> propõe uma lição de vida às avessas. Enquanto Hollywood costuma pregar que nunca é tarde para ser feliz, <span style="FONT-STYLE: italic">Up</span> joga na cara de quem jamais está satisfeito com nada, que a maior aventura é estar vivo e, mais do que isso, compartilhar essa experiência com quem você ama.<br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="FONT-FAMILY: Verdana"><br />
Quem procura por qualidade técnica, <em>Up</em> é de uma protuberância visual de sacudir as pupilas. Mas isso não é novidade. Se a Dreamworks, que sempre bate na mesma tecla com suas animações sobre malandros, atingiu a perfeição em matéria de visual, inclusive na utilização do 3-D, o que dizer, então, da Pixar? O que você não sabia é que o estúdio faria de <span style="FONT-STYLE: italic">Up</span> um raro e lindo quadro repleto de cores numa proporção só vista antes em animações de Hayao Miyazaki, o diretor japonês responsável por <em>A Viagem de Chihiro</em>, <em>O Castelo Animado</em> e <em>Ponyo</em>. Aliás, a fantasia proposta por <span style="FONT-STYLE: italic">Up</span> só pode ter sido inspirada por uma mente do lado oriental do planeta. Não parece algo criado por americanos.<br />
</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="FONT-FAMILY: Verdana"><br />
Enfim, <span style="FONT-STYLE: italic">Up</span> também agrada a quem procura por um filme capaz de alternar gargalhadas e lágrimas na mesma proporção &#8211; às vezes até ao mesmo tempo -, além de muita ação que surpreende pelas situações e não pela trucagem de luz, som e montagem que viciou a Hollywood atual. </span>Mas eu prefiro falar do que está embutido &#8211; ou por vezes evidente &#8211; no roteiro de <span style="FONT-STYLE: italic">Up</span>, que resgata ensinamentos do bom e velho cinema para surpreender na ousada construção da emoção dentro de uma estrutura narrativa convencional. É um filme dito comercial que consegue arrancar lágrimas antes mesmo de entrar na ação, que costuma facilitar a entrada do público na história, consequentemente gerando emoção. Grande Pixar, homenageando e reinventando o cinema ao mesmo tempo.</div>
<div style="font-family: verdana; text-align: justify;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/_NGcFvkK2OTo/SqfIIwD8CnI/AAAAAAAAFSk/aPNFPP40SHM/s1600-h/Up+1.jpg" onclick="urchinTracker('/outgoing/1.bp.blogspot.com/_NGcFvkK2OTo/SqfIIwD8CnI/AAAAAAAAFSk/aPNFPP40SHM/s1600-h/Up+1.jpg?referer=');"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5379488332583275122" style="text-align: center; margin: 0px auto 10px; width: 400px; display: block; height: 232px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_NGcFvkK2OTo/SqfIIwD8CnI/AAAAAAAAFSk/aPNFPP40SHM/s400/Up+1.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
A brilhante primeira parte do filme aposta numa narrativa pé no chão, que resume uma fase da vida do protagonista só com imagens, música e som &#8211; uma aula de cinema da Pixar, que remete aos primórdios da sétima arte, como o próprio estúdio já experimentou em <span style="FONT-STYLE: italic">WALL-E</span>. É uma passagem de tempo comovente e sincera, de fácil identificação com o público. O mais espantoso é que tem cara de clímax, fazendo o público chorar logo com 15 ou 20 minutos de filme. É uma prévia para o velho vendedor de balões Carl Fredricksen (voz de Edward Asner no original e Chico Anysio, que faz um belo trabalho, na versão brasileira), o herói de <span style="FONT-STYLE: italic">Up</span>, que entenderá nos minutos seguintes que o tempo perdido pode ser reencontrado.</div>
<p style="text-align: justify;">Antes de continuar, veja só que audácia: um idoso é o protagonista. E ele nem é Clint Eastwood ou Woody Allen. Quem em sã consciência na Hollywood atual apostaria numa aventura conduzida por um velhinho ranzinza? Aliás, Carl não é chato porque é velho. Há um contexto que explica seu sorriso virado pra baixo. E quem vê essa belíssima montagem sem diálogos, não enxerga nenhuma situação aparentemente extraordinária na vida de Carl. Apenas rotina. É a realidade do homem comum.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas quando o destino de Carl parece ser mesmo o asilo, eis que sua casa começa a voar em direção às selvas da América do Sul com a ajuda de centenas de milhares de balões de gás &#8211; não antes de se espremer por prédios gigantescos e enfrentar ferozes tempestades. A cena em que as bexigas surgem no alto da casa para levá-la ao céu é simbólica, significativa, sugerindo um festival de cores representando vida nova. É a lagarta virando borboleta. Neste momento, <span style="FONT-STYLE: italic">Up</span> abandona a realidade para dar lugar à fantasia. Ao lado do menino Russell (voz de Jordan Nagai), Carl viverá uma aventura que qualquer um gostaria de experimentar antes de morrer. Duas visões da mesma pessoa em épocas diferentes, Carl e Russell formam uma das duplas mais inusitadas do cinema.</p>
<p style="text-align: justify;">E é neste segmento fantástico que Carl compreende o sentido da vida. São as coisas simples que marcam a nossa passagem pela Terra. É a felicidade compartilhada, como Sean Penn mostrou em <span style="FONT-STYLE: italic">Na Natureza Selvagem</span>, ou Steven Spielberg em <span style="FONT-STYLE: italic">Hook</span>. É guardar uma lembrança como ver os carros passando pela rua na companhia do pai. Ou curtir cada segundo do dia a dia ao lado da esposa. Ou ver como um cachorro te ama mesmo após levar uma bronca daquelas. Não há nada mais extraordinário do que viver. Carl precisou atravessar o continente numa casa voadora para entender isso. &#8220;Pare de reclamar e aproveite&#8221; é uma contradição ao esquemão hollywoodiano &#8220;nunca é tarde demais para ser feliz&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://3.bp.blogspot.com/_NGcFvkK2OTo/SqfHnNyxZ_I/AAAAAAAAFSc/iDo4bV5Ha54/s1600-h/Up+3.jpg" onclick="urchinTracker('/outgoing/3.bp.blogspot.com/_NGcFvkK2OTo/SqfHnNyxZ_I/AAAAAAAAFSc/iDo4bV5Ha54/s1600-h/Up+3.jpg?referer=');"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5379487756448786418" style="text-align: center; margin: 0px auto 10px; width: 400px; display: block; height: 224px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_NGcFvkK2OTo/SqfHnNyxZ_I/AAAAAAAAFSc/iDo4bV5Ha54/s400/Up+3.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
Abrir o texto com <em>Hook </em>não foi mera coincidência. É um filme de Steven Spielberg, que ainda faz muito marmanjo chorar, mas que sofre críticas &#8220;espertas&#8221; do naipe &#8220;O diretor de <em>E.T.</em> e <em>Indiana Jones</em> já fez melhor&#8221;. <em>Up </em>vem ganhando polegares em riste mais do que cones da vergonha, só que geralmente acompanhados de rótulos como &#8220;Ah, mas <em>WALL-E</em> é superior.&#8221; Lógico que tenho meu ranking da Pixar, mas não é assim que se ensina o beabá do cinema de qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">No fim, <em>Up</em> deixa o espectador sem fôlego, maravilhado com o que acabou de ver. Quem já foi criança um dia, entende. É impossível parar pra pensar se é este o maior feito da Pixar até o momento. Nem ao menos dá para lembrar de <em>WALL-E</em>, a produção anterior do estúdio. E seria injusto, até porque a Pixar luta desde 1995, quando lançou <em>Toy Story</em>, para provar que animação não é um gênero, mas sim uma linguagem. Sem falar que <em>WALL-E</em> é ficção científica e só esse detalhe impede uma comparação a <em>Up</em>. O que deve ficar é o encanto, a confiança e o padrão de qualidade estabelecidos pela Pixar junto ao público. Isso é o que importa.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje em dia, quantas vezes você vai ao cinema e vê um filme totalmente diferente da montagem feita para o trailer de divulgação? Quantas vezes você sai do cinema tão satisfeito quanto a experiência anterior oferecida por um mesmo diretor ou produtor? Quando é que o cinema americano surpreende e&#8230; ESQUILO! Bom, você entendeu.</p>
<div style="text-align: justify;"><span style="FONT-SIZE: 85%"><em><strong>Up &#8211; Altas Aventuras</strong></em> (<em>Up</em>, 2009)<br />
<strong>Direção:</strong> Pete Docter e Bob Peterson<br />
<strong>Roteiro:</strong> Pete Docter, Bob Peterson e Thomas McCarthy<br />
Com as vozes de Edward Asner, Christopher Plummer, Jordan Nagai, Bob Peterson, Delroy Lindo e John Ratzenberger</span></div>
</div>
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		<title>Loucos pela Pixar, Uni-vos!</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 14:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts]]></category>
		<category><![CDATA[pixar]]></category>

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		<description><![CDATA[O papel da Pixar Animation Studios no desenvolvimento da cultura e da educação do aspirante à cinéfilo
  
 
Todo mundo erra: o pai, a mãe, o irmão, a irmã, o namorado, a namorada, os avós, o cachorro, o Rubinho Barrichello, os amigos, o entregador de pizza, o time de futebol, os tios, o vizinho, os primos, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"><em>O papel da Pixar Animation Studios no desenvolvimento da cultura e da educação do aspirante à cinéfilo</em></span></div>
<div><span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"> </span><span style="font-family:verdana;"> </span></div>
<div style="text-align: center;"><span style="font-family:verdana;"><img class="alignnone size-medium wp-image-831" title="Monstros SA" src="http://www.hollywoodi.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2009/09/Monstros-SA-300x180.jpg" alt="Monstros SA" width="300" height="180" /> </span></div>
<div style="text-align: justify; font-family: verdana;">Todo mundo erra: o pai, a mãe, o irmão, a irmã, o namorado, a namorada, os avós, o cachorro, o Rubinho Barrichello, os amigos, o entregador de pizza, o time de futebol, os tios, o vizinho, os primos, o Sarney, o árbitro, o bandeirinha, o chefe, o assistente, o garçom, as contas (luz, água, telefone, gás), o Christian Bale e tantos outros. Até Steven Spielberg, Woody Allen, Garrincha, Zico, Pelé, Maradona, Zidane e John Lennon já erraram. TODOS! Menos a Pixar.</div>
<p>Com a equipe do John Lasseter, cabeça da Pixar Animation Studios, eu abuso do direito de ser parcial e irracional. Até porque <span style="font-style: italic;">Toy Story</span> (1995), <span style="font-style: italic;">Vida de Inseto</span> (1998), <span style="font-style: italic;">Toy Story 2</span> (1999), <span style="font-style: italic;">Monstros S.A.</span> (2001), <span style="font-style: italic;">Procurando Nemo</span> (2003), <span style="font-style: italic;">Os Incríveis</span> (2004), <span style="font-style: italic;">Carros</span> (2006), <span style="font-style: italic;">Ratatouille</span> (2007) e <span style="font-style: italic;">WALL-E </span>(2008) me deixaram com a plena consciência de ser tendencioso. Meu filho aprenderia muito mais com esses filmes do que indo à escola.</p>
<p>Ora, ele aprenderia a amar o cinema, afinal cada filme da Pixar evolui em técnica, mas remete aos grandes clássicos da sétima arte em referências e, principalmente, influências narrativas. É uma aula de como se deve assimilar história, arte, cultura. A Pixar quer fazer o público atual entender ou lembrar o que realmente significa o cinema. Veja pelo paradoxo de <span style="font-style: italic;">WALL-E</span>, que joga sua história e seus truques visuais e sonoros no futuro, mas que carrega uma alma Chapliniana num robozinho. Meu filho também aprenderia a ser humilde, já que não importa se o filme anterior do estúdio foi um grande sucesso de público e crítica. O próximo passo da Pixar consiste na superação daquilo que já foi feito pelas mãos e mentes de seus artistas.</p>
<div><a style="font-family: verdana;" href="http://4.bp.blogspot.com/_NGcFvkK2OTo/SqAbTJD9ULI/AAAAAAAAFRE/hoxtwrukVb8/s1600-h/Findingh+Nemo.jpg" onclick="urchinTracker('/outgoing/4.bp.blogspot.com/_NGcFvkK2OTo/SqAbTJD9ULI/AAAAAAAAFRE/hoxtwrukVb8/s1600-h/Findingh+Nemo.jpg?referer=');"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5377327970744357042" style="text-align: center; margin: 0px auto 10px; width: 400px; display: block; height: 236px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_NGcFvkK2OTo/SqAbTJD9ULI/AAAAAAAAFRE/hoxtwrukVb8/s400/Findingh+Nemo.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
<span style="font-family: verdana;font-family:verdana;">Ok, você vai lembrar que <span style="font-style: italic;">Toy Story 3</span> está a caminho, mas não acuse a Pixar de pensar somente na grana. Bombardeados por Michael Bays e Roland Emmerichs que só sabem repetir seus papos chatos e barulhentos, nós ficamos mesmo acostumados a cornetar cada projeto novo. A culpa não é nossa. É de Hollywood. A jovem mídia atual viciada na ditadura do pop também tem culpa no cartório. Esse pessoal não aguenta ver uma produção voltada para o público chegando com um selo estampado de uma marca como a Disney gritando aos quatro cantos do mundo uma historinha completamente nova. Nada que tenha vindo de livros, quadrinhos, séries ou desenhos da TV merece a confiança desses mal intencionados disseminadores da palavra.</span>São os mesmo seres que julgam um filme por um trailer ou que chamam uma ficção científica com um baita potencial de &#8220;mistura de <span style="font-style: italic;">Thundercats</span> com <span style="font-style: italic;">Dança Com Lobos&#8221;</span>. Essa gente desdenha daquele trailer que traz um ratinho falante cozinhando em Paris e avacalha um robozinho que tem cara de Johnny Five, antes mesmo de sua chegada aos cinemas. Ou dizem que a aventura de um velhinho de bengala numa casa que voa com a ajuda de balões é uma senhora bobagem. São falsos intelectuais que preferem julgar um filme por seu material original (como um livro ou uma HQ) e não de acordo com seus reais conhecimentos em cinema.</div>
<p>São opiniões do tipo &#8220;não comi e não gostei porque eu queria ir em outro restaurante&#8221;, que fazem o lixo continuar girando e se espalhando por Hollywood, que ouve (e sabe) o que seu público quer. Você vai acreditar nessas pessoas? Ou vai aproveitar obras de artistas que pensam em ideias e histórias inéditas? Claro, eles podem não acertar sempre, afinal são humanos. Mas se tem alguém fazendo algo de bom pelo cinema, certamente não é aquele cara procurando no fundo do armário por qualquer gibi mofado capaz de inspirar um filme, que provavelmente cairá nas mãos de um diretor Zé Ninguém, só para que a produção veja a luz do dia e fature alto nas bilheterias.</p>
<p><span style="font-family: verdana;font-family:Verdana;">Gosto não se discute, mas desconfie daqueles que tentam induzi-lo ao coma cultural. Experimente antes de dizer que não gostou da comida. Nos dias de hoje, precisamos valorizar quem estimula a qualidade (e não quantidade) na cultura.</span><span style="font-family:Verdana;"> </span></p>
<div><a href="http://3.bp.blogspot.com/_NGcFvkK2OTo/SqAbLhgmb_I/AAAAAAAAFQ8/pe-YDZwF0rc/s1600-h/Toy+Story.jpg" onclick="urchinTracker('/outgoing/3.bp.blogspot.com/_NGcFvkK2OTo/SqAbLhgmb_I/AAAAAAAAFQ8/pe-YDZwF0rc/s1600-h/Toy+Story.jpg?referer=');"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5377327839867990002" style="text-align: center; margin: 0px auto 10px; width: 400px; display: block; height: 243px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_NGcFvkK2OTo/SqAbLhgmb_I/AAAAAAAAFQ8/pe-YDZwF0rc/s400/Toy+Story.jpg" border="0" alt="" /></a></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: verdana;font-family:verdana;">Com a Pixar, você pode até preferir </span><span style="font-style: italic; font-family: verdana;font-family:verdana;">Procurando Nemo</span><span style="font-family: verdana;font-family:verdana;"> a </span><span style="font-style: italic; font-family: verdana;font-family:verdana;">Toy Story</span><span style="font-family: verdana;font-family:verdana;">. </span><span style="font-style: italic; font-family: verdana;font-family:verdana;">Ratatouille</span><span style="font-family: verdana;font-family:verdana;"> a </span><span style="font-style: italic; font-family: verdana;font-family:verdana;">WALL-E</span><span style="font-family: verdana;font-family:verdana;">. Tanto faz. É pessoal. Agora, admita: quando foi que a Pixar fez um filme ruim? Suas produções podem trocar de diretores, mas o padrão permanece e ainda conseguem quebrar barreiras rumo ao futuro da sétima arte, embora jamais esqueçam dos principais (e básicos) elementos que sempre levaram o grande público aos cinemas desde </span><span style="font-style: italic; font-family: verdana;font-family:verdana;">E o Vento Levou</span><span style="font-family: verdana;font-family:verdana;">. Hoje, ainda vemos filmes por causa dos artistas. Ainda saímos do aconchego de nossas casas para ver Steven Spielberg, Martin Scorsese, Woody Allen, Quentin Tarantino, Brian De Palma e&#8230; a Pixar.</span></div>
<p><span style="font-family: verdana;font-family:verdana;">Os criadores de </span><span style="font-style: italic; font-family: verdana;font-family:verdana;">Toy Story</span><span style="font-family: verdana;font-family:verdana;"> &amp; Cia. são fãs de Mickey Mouse e Branca de Neve, mas andam formando jovens seguidores da criação dos irmãos Lumiére, que por causa desses títulos, resolvem pesquisar, conhecer os filmes que incentivaram a Pixar a chegar até aqui.</span><br />
<span style="font-style: italic; font-family: verdana;font-family:verdana;"><br />
Transformers 2</span><span style="font-family: verdana;font-family:verdana;"> e </span><span style="font-style: italic; font-family: verdana;font-family:verdana;">G.I.Joe </span><span style="font-family: verdana;font-family:verdana;">são para aqueles que usam o cinema para brincar. </span><span style="font-style: italic; font-family: verdana;font-family:verdana;">WALL-E</span><span style="font-family: verdana;font-family:verdana;"> e </span><span style="font-style: italic; font-family: verdana;font-family:verdana;">Ratatouille</span><span style="font-family: verdana;font-family:verdana;"> são para os filhos daqueles que aprenderam a amar os filmes graças aos maiores diretores que já pisaram neste planeta. Então, loucos pela Pixar, uni-vos! Chegou a hora de passar adiante o que realmente vale a pena ser ensinado.</span></p>
<p><span style="font-style: italic; font-family: verdana;font-family:verdana;">&#8220;Sem a cultura e a liberdade relativa que ela pressupõe, a sociedade, por mais perfeita que seja, não passa de uma selva. É por isso que toda a criação autêntica é um dom para o futuro.&#8221; (Albert Camus)</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;font-family:verdana;">Que </span><span style="font-style: italic; font-family: verdana;font-family:verdana;">Up</span><span style="font-family: verdana;font-family:verdana;"> não me desaponte depois dessa&#8230;</span></p>
<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.hollywoodiano.com/2009/09/loucos-pela-pixar-uni-vos/&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=&amp;colorscheme=light&amp;locale=port_BR" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:50px"></iframe></div>]]></content:encoded>
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		<title>WALL-E</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jun 2008 14:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts]]></category>
		<category><![CDATA[pixar]]></category>

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		<description><![CDATA[ WALL-E fala o esperanto do cinema
Na minha crítica para Ratatouille, em 2007, eu disse que a Pixar testava algo de novo para o cinema em termos de linguagem. Graças a WALL-E (WALL-E, 2008), não tenho mais dúvida que os criadores de Toy Story e Procurando Nemo têm um plano em andamento, mas ao contrário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><a href="http://bp0.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/SGeghSFmdAI/AAAAAAAACnc/dsm5xCvQS3g/s1600-h/WALL-E.jpg" onclick="urchinTracker('/outgoing/bp0.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/SGeghSFmdAI/AAAAAAAACnc/dsm5xCvQS3g/s1600-h/WALL-E.jpg?referer=');"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5217315186983465986" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/SGeghSFmdAI/AAAAAAAACnc/dsm5xCvQS3g/s400/WALL-E.jpg" border="0" /></a><span style="font-family:verdana;font-size:85%;"> <em>WALL-E fala o esperanto do cinema</em></span></p>
<div align="justify"><span style="font-family:Verdana;">Na minha crítica para <em>Ratatouille</em>, em 2007, eu disse que a Pixar testava algo de novo para o cinema em termos de linguagem. Graças a <em><strong>WALL-E</strong></em> (<em>WALL-E</em>, 2008), não tenho mais dúvida que os criadores de <em>Toy Story</em> e <em>Procurando Nemo</em> têm um plano em andamento, mas ao contrário do que pensei em <em>Ratatouille</em>, não é exatamente novidade que eles buscam. A Pixar não quer mudar o cinema. Tecnicamente sim, mas a narrativa permanece clássica. Por amor à sétima arte, o estúdio quer fazer o público atual entender ou lembrar o que realmente significa o cinema.</span></p>
</div>
<div align="justify"><span style="font-family:Verdana;">A direção de Andrew Stanton é magnífica, o roteiro é irretocável e extremamente criativo, os personagens são cativantes, os efeitos sonoros são impressionantes, temos referências a diversos filmes clássicos e <em>WALL-E</em> é maravilhoso do início ao fim. Mas isso você já sabe. O que alguns talvez não entendam é que <em>WALL-E</em> não pode ser resumido com &#8220;simples&#8221; adjetivos.</span></p>
</div>
<div align="justify"><span style="font-family:Verdana;">Tentarei explicar: filmes de qualidade não deveriam ser divididos em gêneros (comédia, ficção científica, drama, suspense, etc). Os irmãos Lumière ensinaram, desde 1895, que o cinema é uma linguagem. É comunicação. Naquela época, os filmes eram mudos &#8211; gestos e olhares eram mais fortes que qualquer palavra. Não importa se temos um desenho ou um filme com atores de carne e osso. Ou se o filme se mistura com animação. Tudo é uma língua só. Os Lumière sabiam disso. Mas, aos poucos, as pessoas esqueceram seus ensinamentos. Talvez, a trama de <em>WALL-E</em> seja uma metáfora para isso.</span></p>
</div>
<div align="justify"><span style="font-family:Verdana;">Hoje, o que importa é o dinheiro. Na vida real e no cinema. O importante é que uma produção faça milhões em seu final de semana de estréia. O que vale é um filme cheio de ação e efeitos visuais &#8211; de preferência com atores milionários berrando, atirando, batendo e correndo na tela. É o que os estúdios (e o público) querem. Infelizmente, a cada dia que passa, testemunhamos a queda do cinema criado pelos irmãos Lumière.</span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><br />Mas, no fundo, o que torna um filme bom? Ou melhor que outro? Será que pela divisão dos gêneros? Uma comédia precisar ser 100% comédia? Suspense tem de ser sempre suspense? Um filme não pode misturar gêneros? O Globo de Ouro divide suas categorias em drama e comédia, por exemplo. O fato é que os principais prêmios colocam seus selos de garantia em produções e separam atores principais de coadjuvantes, direção de roteiro, e aprendemos de forma errada o que é o bom cinema &#8211; por meio de números, efeitos visuais e prêmios.</span></p>
</div>
<div align="justify"><span style="font-family:Verdana;">Mas, afinal, o que é cinema? E o que é cinema de qualidade? Penso que ele deve romper gêneros e falar diretamente com a platéia. Não importa se é mudo ou falado. Ele deve emocionar o público, envolvê-lo, de alguma forma. Poucos conseguem isso e poucas são as obras-primas. <em>WALL-E</em> não precisa de diálogos para se comunicar com a platéia dos oito aos 80. A Pixar fez um longa de deixar os olhos do público brilhando com o avanço da tecnologia no cinema, mas ela quer mesmo é falar do verdadeiro significado da sétima arte, que se perdeu no tempo. <em>WALL-E</em> é uma história que se comunica 90% do tempo com imagem, som, ruído e música. Precisa de algo mais? Parece que não. Gênios como Charles Chaplin, Buster Keaton e Jacques Tati sabiam disso. Os mestres da Pixar também. <em>WALL-E</em> fala de futuro, mas quer é resgatar o passado.</p>
<p>A Pixar joga a trama em 2775, ou algo assim. A Terra virou um depósito de lixo do próprio homem, que se mandou para o espaço a bordo de uma gigantesca nave. No planeta, ficaram apenas robozinhos com a missão ingrata de limpar tudo para que a Humanidade possa, um dia, retornar. Pelos cálculos da trama, a Terra foi dominada pela sujeira total em torno de 2070. Ou seja, quando chegarmos ao ano de 2070 na vida real, <em>WALL-E</em> já será um filme antigo. E a trama criada por Andrew Stanton e Jim Capobianco só começa depois de 700 anos.</span></div>
<p>
<div align="justify"><span style="font-family:Verdana;">É apenas uma observação inicial para classificar <em>WALL-E</em> como a melhor ficção científica da década. Mas é injusto prender o filme a apenas um gênero. Tem comédia também &#8211; e no melhor estilo do cinema mudo. Mas não podemos ficar só nisso. E, ao contrário do que muitos pensam, animação não é um gênero. Ou, pelo menos, não deveria ser. Lá pela metade de <em>WALL-E</em>, por exemplo, a Pixar faz questão de nos lembrar que estamos vendo uma animação e não um filme cheio de efeitos visuais.</span><span style="font-family:Verdana;"></div>
<div align="justify">Claramente, a Pixar está tentando dizer algo. O cinema evolui tecnicamente, mas a linguagem é a mesma. Eu captei da seguinte forma: cinema é linguagem. É uma forma de expressão. Não importam os gêneros. Não importa se é filme ou desenho. Não precisamos de palavras. Basta entender a linguagem universal que existe entre o amor, a esperança, a amizade e a arte.</div>
<div align="justify">Alguns acusarão <em>WALL-E</em> de hipocrisia, afinal a Pixar fala do excesso de consumo quando estamos numa indústria chamada Hollywood. Mas não é isso. Não é somente uma produção que carrega referências e mensagens ecológicas ou pacíficas. A verdade é que <em>WALL-E</em> tenta mostrar a uma nova geração o que os mestres dos primórdios da sétima arte tentaram nos ensinar. É aquela velha pergunta que volta de vez em quando em nossas mentes e corações: o que é cinema?</div>
<div align="justify"><span style="font-size:85%;"><em><strong>WALL-E</strong></em> (<em>WALL-E</em>, 2008)<br /><strong>Direção:</strong> Andrew Stanton</span></div>
<div align="justify"><span style="font-size:85%;"><strong>Roteiro:</strong> Andrew Stanton e Jim Capobianco</span></div>
<div align="justify"><span style="font-size:85%;">Com as vozes de Ben Burtt, Elissa Knight, Jeff Garlin, Fred Willard, John Ratzenberger e Sigourney Weaver</span></div>
<p></span></div>
<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.hollywoodiano.com/2008/06/wall-e/&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=&amp;colorscheme=light&amp;locale=port_BR" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:50px"></iframe></div>]]></content:encoded>
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		<title>Os cinco melhores da Pixar</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 14:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts]]></category>
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		<description><![CDATA[Aqui vai a minha lista para os cinco melhores trabalhos dos gênios invictos e invencíveis da Pixar Animation Studios. Detalhe: leia antes que WALL-E chegue aos cinemas, afinal a ordem pode alterar os fatores.

1HabemusRATATOUILLE

Precisas admitir, mortal, que duvidaste do poder devastador de Ratatouille antes mesmo de vossa entrada no cinema. Confesse agora e serás perdoado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify"><span style="font-family:verdana;">Aqui vai a minha lista para os cinco melhores trabalhos dos gênios invictos e invencíveis da <strong>Pixar Animation Studios</strong>. Detalhe: leia antes que <em>WALL-E</em> chegue aos cinemas, afinal a ordem pode alterar os fatores.</span></div>
<p>
<div align="center"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216204405438702146" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/SGOuRSYAYkI/AAAAAAAACnM/nBpinvDOXEk/s400/ratatouille_14.jpg" border="0" /><span style="font-family:Verdana;"><strong>1<br /></strong>Habemus<br /><em><strong>RATATOUILLE</strong></em></div>
<p>
<div align="justify">Precisas admitir, mortal, que duvidaste do poder devastador de <em><strong>Ratatouille</strong></em> antes mesmo de vossa entrada no cinema. Confesse agora e serás perdoado por toda a eternidade. Admitas que o diretor Brad Bird entregou uma obra-prima diante de vossos olhos, que a Terra há de comer, e bateu prazerosamente em vossa cara com luva de pelica após <em>queixus caídus</em> ao término da sessão.<br /></span></div>
<div align="center"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216203771686857650" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/SGOtsZdyq7I/AAAAAAAACnE/fcRlcH2L03I/s400/Toy+Story+2.jpg" border="0" /><span style="font-family:verdana;"><strong>2</strong></span></div>
<div align="center"><span style="font-family:verdana;">Habemus</span></div>
<div align="center"><span style="font-family:verdana;"><strong><em>TOY STORY 2</em></strong></span></div>
<p>
<div align="justify"><span style="font-family:verdana;">Imaginaste que <em><strong>Toy Story 2</strong></em> jamais igualaria o feito de vosso irmão mais velho. Com sangue da mesma família correndo nas veias, a animação lutou bravamente contra inimigos poderosos, mas conquistou os Deuses da Imprensa Estrageira em Hollywood ao tocar o Globo de Ouro de <em>Melhor Filme &#8211; Comédia/Musical</em>. Registros de livros de história comprovam que um raio pode cair num mesmo lugar. Ainda mais quando vossos guerreiros Woody, Buzz, Cabeça de Batata e tantos outros intrépidos cavaleiros estão munidos de <em>roteirus estupendus</em>.</span></div>
<p align="center"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216203642477702274" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/SGOtk4H7bII/AAAAAAAACm8/H79ydYbkPl8/s400/Finding+Nemo.jpg" border="0" /><span style="font-family:verdana;"><strong>3<br /></strong>Habemus <strong><em><br />PROCURANDO NEMO</em></strong></span><span style="font-family:verdana;"></p>
<p align="justify">Decoraste a cantoria dos oceanos de Lady Dory (<em>Continue a nadar, continue a nadar</em>) e abominaste <em>O Espanta Tubarões</em>; que profanou a coroa de <em><strong>Procurando Nemo</strong></em>, lançando-a por terra. Testemunhaste a jornada de Marlin contra os inimigos dos sete mares para resgatar seu amado filho. Ó Pixar, recusaram ouvir-Te e não se lembraram das Tuas maravilhas anteriores e duvidaram da saga dos peixinhos falantes. Todavia, Tu, pela multidão das Tuas misericórdias, não deixaste os cinéfilos pecadores no deserto.</span></p>
<p><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216202090187257762" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/SGOsKhZC96I/AAAAAAAACms/_QjYizc4e-Y/s400/Toy+Story.jpg" border="0" />
<p align="center"><span style="font-family:verdana;"><strong>4<br /></strong>Habemus<br /><em><strong>TOY STORY</strong></em></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:verdana;">A Disney não se cansava de produzir desenhos chatos com canções intermináveis. Nesta época de trevas, nascia o primeiro Filho da Pixar para a sétima arte. Por intermédio dos teus profetas; <em><strong>Toy Story</strong></em> revolucionou o <em>modus operandi</em> de Hollywood. Desenho passou a ser reconhecido como animação. Animação passou a ser reconhecida como filme ambicioso com atributos como direção e roteiro recebendo a mesma importância de imagem, movimento e som. Ó Pixar, Tuas abundantes produções são para os reis que freqüentam os cinemas em busca de qualidade. Nota: Dizem que a Pixar fez <em>Toy Story</em> em seis dias. No sétimo, Ela descansou.<br /></span></p>
<div align="center"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216202025473861410" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/SGOsGwUK5yI/AAAAAAAACmk/BR2ps2UveEg/s400/The+Incredibles.jpg" border="0" /><span style="font-family:verdana;"><strong>5<br /></strong>Habemus<br /><strong><em>OS INCRÍVEIS</em></strong></span><span style="font-family:verdana;"><strong><em></div>
<div align="justify"></em></strong></span><span style="font-family:Verdana;"><br />Pela primeira vez, Ó Pixar, colocaste o homem digital como protagonista de uma aventura. Alguns mortais não prestaram a devida atenção, pois ainda estavam fascinados com a saga do famoso peixe palhaço. Ainda assim, Teu povo foi desobediente e se revoltou contra Ti, afinal <em><strong>Os Incríveis</strong></em> não tem bichinhos bonitinhos. Mais uma vez, calaste a boca dos infiéis e detratores de filmes sobre super-heróis e outros lixos hollywoodianos. Fizeste mais uma obra divina. Por causa de tudo isso, estabelecemos aliança fiel com Teu reino, Pixar.</span></div>
<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.hollywoodiano.com/2008/06/os-cinco-melhores-da-pixar/&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=&amp;colorscheme=light&amp;locale=port_BR" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:50px"></iframe></div>]]></content:encoded>
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		<title>Clint Eastwood e Pixar dominam o Blog de Ouro</title>
		<link>http://www.hollywoodiano.com/2008/01/clint-eastwood-e-pixar-dominam-o-blog-de-ouro/</link>
		<comments>http://www.hollywoodiano.com/2008/01/clint-eastwood-e-pixar-dominam-o-blog-de-ouro/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 19 Jan 2008 03:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts]]></category>
		<category><![CDATA[pixar]]></category>

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		<description><![CDATA[
A primeira edição do Blog de Ouro, prêmio da Sociedade Brasileira de Blogueiros Cinéfilos para os melhores filmes que estrearam nos cinemas do país em 2007, foi divulgada na madrugada de sexta para sábado. O HOLLYWOODIANO é um dos membros da Sociedade.


Cartas de Iwo Jima, a extraordinária visão de Clint Eastwood do lado japonês na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp3.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/R5FzELowS3I/AAAAAAAABq4/4YSuMZUJ6mE/s1600-h/Cartas+de+IWo+Jima.jpg" onclick="urchinTracker('/outgoing/bp3.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/R5FzELowS3I/AAAAAAAABq4/4YSuMZUJ6mE/s1600-h/Cartas+de+IWo+Jima.jpg?referer=');"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157029563996326770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/R5FzELowS3I/AAAAAAAABq4/4YSuMZUJ6mE/s400/Cartas+de+IWo+Jima.jpg" border="0" /></a></p>
<div align="justify"><span style="font-family:verdana;">A primeira edição do <strong>Blog de Ouro</strong>, prêmio da <strong>Sociedade Brasileira de Blogueiros Cinéfilos</strong> para os melhores filmes que estrearam nos cinemas do país em 2007, foi divulgada na madrugada de sexta para sábado. O HOLLYWOODIANO é um dos membros da <em>Sociedade</em>.</span></div>
<p>
<div align="justify"><span style="font-family:verdana;"><strong><em></em></strong></span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:verdana;"><strong><em>Cartas de Iwo Jima</em></strong>, a extraordinária visão de Clint Eastwood do lado japonês na batalha contra os americanos no Pacífico, ganhou 3 Blogs de Ouro, incluindo os principais: <em>Melhor Filme</em> e <em>Melhor Diretor</em> (Eastwood). <em>Cartas de Iwo Jima</em> ainda levou o prêmio de <em>Melhor Fotografia</em>. O impressionante é que o filme de Clint Eastwood estreou no Brasil em fevereiro, mas parece que os cinéfilos não esqueceram seu impacto.</p>
<p>No entanto, <em><strong>Ratatouille</strong></em>, uma obra-prima da Pixar, ganhou mais do que qualquer outro filme. Foram 4 Blogs de Ouro: <em>Melhor Animação, Melhor Roteiro Original, Melhor Trilha Sonora</em> e <em>Melhor Canção</em>. Eu confesso que votei em <em>Ratatouille</em> para <em>Melhor Filme</em>, a única categoria que a animação perdeu, mas&#8230;</p>
<p></span><span style="font-family:verdana;"><strong><em>Zodíaco</em></strong>, que recebeu o maior número de indicações (oito), decepcionou. O filme de David Fincher ganhou dois prêmios importantes &#8211; <em>Melhor Ator Coadjuvante</em> (Robert Downey Jr.) e <em>Melhor Roteiro Adaptado</em>. Acho que foi pouco. Mas <em><strong>Pecados Íntimos</strong></em> superou <em>Zodíaco</em> em decepção. Indicado em cinco categorias, incluindo <em>Melhor Filme</em>, o longa de Todd Field não levou nada.</span></div>
<p>
<div align="justify"><span style="font-family:Verdana;"></span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:Verdana;">O brasileiro <strong>Wagner Moura</strong> foi o <em>Melhor Ator</em>, por <em>Tropa de Elite</em>, enquanto a francesa <strong>Marion Cotillard</strong> foi a <em>Melhor Atriz</em>, por <em>Piaf &#8211; Um Hino ao Amor</em>. Com isso, digo que o Blog de Ouro foi bem internacional, afinal a japonesinha <strong>Rinko Kikuchi</strong> (<em>Babel</em>) foi a <em>Melhor Atriz Coadjuvante</em>, e lembro que <em>Cartas de Iwo Jima</em> é americano, mas falado em japonês.<br /></span></div>
<p>
<div align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><em><strong>Maria Antonieta</strong></em> foi premiado nas duas categorias que disputou (<em>Direção de Arte</em> e <em>Figurino</em>). <em><strong>O Ultimato Bourne</strong></em> também ganhou dois Blogs de Ouro (<em>Montagem</em> e <em>Som</em>).</p>
<p>O resultado do Blog de Ouro, como qualquer outro prêmio, não é unanimidade. Mas eu gostaria de agradecer (e parabenizar) a todos que &#8220;deram vida&#8221; a <em>Sociedade Brasileira de Blogueiros Cinéfilos</em>. E obrigado também ao Sr. <strong>Ricardo Matsumoto</strong>, jornalista da Revista SET, que votou no Blog de Ouro como nosso convidado.</p>
<p>A lista completa de vencedores está <strong><a href="http://blogueiroscinefilos.blogspot.com/" onclick="urchinTracker('/outgoing/blogueiroscinefilos.blogspot.com/?referer=');">aqui</a></strong>.</span><span style="font-family:Verdana;"></div>
<p></span></p>
<div id="fb-like" style=""><iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http://www.hollywoodiano.com/2008/01/clint-eastwood-e-pixar-dominam-o-blog-de-ouro/&amp;layout=button_count&amp;show_faces=false&amp;width=640&amp;action=like&amp;font=&amp;colorscheme=light&amp;locale=port_BR" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:640px; height:50px"></iframe></div>]]></content:encoded>
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		<title>Novo (e maravilhoso) trailer de Wall-E</title>
		<link>http://www.hollywoodiano.com/2007/10/novo-e-maravilhoso-trailer-de-wall-e/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 17:40:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Wall-E, a nova animação da Pixar (Ratatouille, Procurando Nemo, Os Incríveis e outras maravilhas) ganhou mais um trailer. Ao som da Aquarela do Brasil, a prévia não mostra muita novidade em relação ao primeiro teaser, mas traz uma brincadeira sensacional com o logo da Pixar e uma cena inédita. Veja abaixo:

Wall-E estréia no dia 27 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify"><a href="http://bp2.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/RwKDePQWTWI/AAAAAAAAA-4/zkeaCvtnT_Q/s1600-h/Wall-E_1.jpg" onclick="urchinTracker('/outgoing/bp2.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/RwKDePQWTWI/AAAAAAAAA-4/zkeaCvtnT_Q/s1600-h/Wall-E_1.jpg?referer=');"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5116796682160721250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/RwKDePQWTWI/AAAAAAAAA-4/zkeaCvtnT_Q/s400/Wall-E_1.jpg" border="0" /></a><br /><span style="font-family:verdana;"><em><strong>Wall-E</strong></em>, a nova animação da Pixar (<em>Ratatouille</em>, <em>Procurando Nemo</em>, <em>Os Incríveis</em> e outras maravilhas) ganhou mais um trailer. Ao som da <em>Aquarela do Brasil</em>, a prévia não mostra muita novidade em relação ao primeiro teaser, mas traz uma brincadeira sensacional com o logo da Pixar e uma cena inédita. Veja abaixo:</span></p>
<p><embed src="http://www.youtube.com/v/M7LQtGdzNIo" width="425" height="350" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent"></embed></p>
<p><span style="font-family:verdana;"><em>Wall-E</em> estréia no dia 27 de junho de 2008.</span></div>
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		<title>Waaaaaall-E</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 15:53:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio Almeida</dc:creator>
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Acima, o pôster de Wall-E, a próxima animação da Pixar. Com direção de Andrew Stanton, de Procurando Nemo, Wall-E é resultado de uma das primeiras idéias do estúdio ao lado de Toy Story, Vida de Inseto, Monstros S.A. e Nemo. A estréia está marcada para 27 de junho de 2008. Vai ser um ano e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp0.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/Rvv7yfQWTPI/AAAAAAAAA-A/FRncXEod1zY/s1600-h/wall-e_08.jpg" onclick="urchinTracker('/outgoing/bp0.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/Rvv7yfQWTPI/AAAAAAAAA-A/FRncXEod1zY/s1600-h/wall-e_08.jpg?referer=');"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5114958646611430642" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/Rvv7yfQWTPI/AAAAAAAAA-A/FRncXEod1zY/s400/wall-e_08.jpg" border="0" /></a>
<div align="justify"><a href="http://bp2.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/Rvv52_QWTOI/AAAAAAAAA94/j0Ikn2lIT4M/s1600-h/wall-e_08.jpg" onclick="urchinTracker('/outgoing/bp2.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/Rvv52_QWTOI/AAAAAAAAA94/j0Ikn2lIT4M/s1600-h/wall-e_08.jpg?referer=');"><span style="font-family:verdana;"></span></a><span style="font-family:verdana;"></span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:verdana;">Acima, o pôster de <em><strong>Wall-E</strong></em>, a próxima animação da Pixar. Com direção de Andrew Stanton, de <em>Procurando Nemo</em>, <em>Wall-E</em> é resultado de uma das primeiras idéias do estúdio ao lado de <em>Toy Story</em>, <em>Vida de Inseto</em>, <em>Monstros S.A.</em> e <em>Nemo</em>. A estréia está marcada para 27 de junho de 2008. Vai ser um ano e tanto. <em>Wall-E</em>, <em>Indiana Jones</em>, <em>Batman</em>&#8230; O pôster ilustra bem a emoção do primeiro teaser (<strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ZAWIIlXNGwY" onclick="urchinTracker('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=ZAWIIlXNGwY&amp;referer=');">veja aqui</a></strong>), visto antes da exibição do extraordinário <em>Ratatouille</em> nos cinemas. </span></div>
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		<title>Ratatouille</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jul 2007 19:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio Almeida</dc:creator>
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Em Cidadão Kane (1941), Orson Welles foi original ao aproveitar a profundidade dos cenários na tentativa de “ampliar o espaço da tela”. Finalmente, o som do que acontecia no fundo de uma cena pareceu mais longínquo do que o pronunciado em primeiro plano. Entre outros detalhes curiosos, a fotografia de Kane explorou o claro e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify"><a href="http://bp3.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/Ro1FoEgkxJI/AAAAAAAAAiU/XnR0QJwOBN4/s1600-h/ratatui+paris.jpg" onclick="urchinTracker('/outgoing/bp3.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/Ro1FoEgkxJI/AAAAAAAAAiU/XnR0QJwOBN4/s1600-h/ratatui+paris.jpg?referer=');"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5083796109078611090" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/Ro1FoEgkxJI/AAAAAAAAAiU/XnR0QJwOBN4/s400/ratatui+paris.jpg" border="0" /></a><span style="font-family:verdana;"></span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:verdana;"></span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:verdana;"><br /></span></div>
<div align="justify"><span style="font-family:verdana;">Em <em>Cidadão Kane</em> (1941), Orson Welles foi original ao aproveitar a profundidade dos cenários na tentativa de “ampliar o espaço da tela”. Finalmente, o som do que acontecia no fundo de uma cena pareceu mais longínquo do que o pronunciado em primeiro plano. Entre outros detalhes curiosos, a fotografia de <em>Kane</em> explorou o claro e o escuro para ressaltar o estilo expressionista. Welles também aproveitou para “rebaixar” os tetos dos cenários com o objetivo de aumentar o teor dramático das cenas. Enfim, o diretor se arriscou ao estilizar a realidade de uma forma jamais vista antes. Mais tarde, o cinema incorporou essas técnicas com a chegada da cor.</span></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"><span style="font-family:verdana;">É estranho, mas ao assistir a <em><strong>Ratatouille</strong></em> (2007), a nova animação da Pixar, lembrei de algumas curiosidades na produção de <em>Cidadão Kane</em>. Dirigido por Brad Bird, de <em>Os Incríveis</em> (2004), <em>Ratatouille</em> viaja dez mil vezes mais nos planos de fundo e em todas as outras grandes sacadas do clássico de Orson Welles. Óbvio: há um salto de 66 anos. Mas o que tento dizer aqui é que Brad Bird fez um trabalho genial de direção. E o que significa ser um diretor de verdade numa animação? <em>Ratatouille</em> foi feito por computador, mas Bird consegue pegar “ângulos” e enquadramentos fascinantes. É desenho, certo? Mas poderia ser um filme no sentido primitivo da palavra. Como, então, analisar cenas como a sala da casa do velho crítico Anton Ego (voz de Peter O’ Toole)? Visto de cima, o cômodo tem o formato de um caixão. Sua máquina de escrever guarda traços que lembram um crânio. Ou seja, ali mora um cara maléfico.</span></p>
<p><span style="font-family:verdana;">São detalhes que me intrigam, como a fuga dos ratinhos logo no início do filme. Debaixo de chuva, Remy (voz de Patton Oswalt) dispara pela janela e tenta alcançar os demais. Até ele vislumbrar Paris do alto de um prédio, sua correria celebra tudo aquilo que Orson Welles tentou ensinar ao cinema. E nem estou falando da perfeição técnica da animação. Nesse ponto, o fraco <em>Shrek Terceiro</em> também é perfeito. A animação beira a realidade. Mas <em>Ratatouille</em> guarda mistérios em cada <em>frame</em>. Mistérios que ainda precisam ser analisados com bastante calma. A excelência é tornar os movimentos reais, o campo de visão dos personagens. Olhar para frente, para trás, etc.</span></p>
<p><span style="font-family:verdana;">O roteiro? Nem preciso gastar linhas dizendo que a Pixar sempre acerta nesse quesito. O próprio lema do filme (“Qualquer um pode cozinhar”) e a idéia de ver um ratinho sendo um “mini chef” em um belo restaurante parisiense são originais. Mas não seria genial sem a presença de Brad Bird no comando. Veja bem: em muitos momentos, Remy costuma surgir próximo à câmera. Já seu amigo Linguini (voz de Lou Romano) aparece um tanto afastado. Seria para demonstrar qual dos dois é o verdadeiro mestre da gastronomia? Aliás, o atrapalhado personagem Linguini seria uma homenagem ao lendário Jacques Tati? Gosto de fazer essas ligações.</span></p>
<p><span style="font-family:verdana;">E eu não poderia deixar passar a melhor cena do filme. Para não estragar, envolve um <em>flashback</em> para lá de original com o tal crítico. Nunca o cinema foi tão sublime para demonstrar uma sensação de prazer. A palavra é “sublime”. É uma cena genial. De arrepiar. Alguém aí sabe se a Academia chega a considerar o trabalho de um cineasta por trás de uma animação para a categoria de <em>Melhor Diretor</em>? Brad Bird é o cara. Aqui, ele dita o futuro. Como Orson Welles fez lá atrás.</span></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"><span style="font-family:verdana;font-size:85%;"><em><strong>Ratatouille </strong></em>(2007)</span><br /><span style="font-family:verdana;font-size:85%;"><strong>Direção:</strong> Brad Bird</span></div>
<div align="justify">
<div align="left"><span style="font-family:verdana;font-size:85%;">Com as vozes de Patton Oswalt, Lou Romano, Ian Holm, Brad Garrett, Janeane Garofalo e Peter O’ Toole</span></div>
</div>
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		<title>10 animações (ou desenhos) inesquecíveis</title>
		<link>http://www.hollywoodiano.com/2007/07/10-animacoes-ou-desenhos-inesqueciveis/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Jul 2007 17:49:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Nesta semana, a nova travessura da Pixar chega aos cinemas do país. Ratatouille vem com uma maleta cheia de elogios da crítica norte-americana, mas antes, eu gostaria de relembrar algumas animações (desenhos?) que marcaram a minha vida por uma ou outra razão. Bem antes dessa espera por Ratatouille&#8230; Veja abaixo, os 10 favoritos do blog:
1) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify"><a href="http://bp2.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/RofqIUgkw_I/AAAAAAAAAhE/cR8YW83lbP4/s1600-h/snow-white-and-the-seven-dwarfs-1.jpg" onclick="urchinTracker('/outgoing/bp2.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/RofqIUgkw_I/AAAAAAAAAhE/cR8YW83lbP4/s1600-h/snow-white-and-the-seven-dwarfs-1.jpg?referer=');"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5082288133176083442" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_NGcFvkK2OTo/RofqIUgkw_I/AAAAAAAAAhE/cR8YW83lbP4/s400/snow-white-and-the-seven-dwarfs-1.jpg" border="0" /></a>
<div align="justify"><span style="font-family:verdana;">Nesta semana, a nova travessura da Pixar chega aos cinemas do país. <em><strong>Ratatouille</strong></em> vem com uma maleta cheia de elogios da crítica norte-americana, mas antes, eu gostaria de relembrar algumas animações (desenhos?) que marcaram a minha vida por uma ou outra razão. Bem antes dessa espera por <em>Ratatouille</em>&#8230; Veja abaixo, os <strong>10 favoritos</strong> do blog:</span></div>
<p><span style="font-family:verdana;"></span><br /><span style="font-family:verdana;"><strong>1) <em>Branca de Neve e os Sete Anões</em></strong> (1937)<br />A era pode ser da computação gráfica, mas não consigo imaginar outro desenho que tenha sobrevivido tanto ao tempo. E que permaneça encantador até hoje ao lado de uma forte concorrência. Ainda sei cantar as músicas e a imagem da bruxa (a velha) na janela é assustadora até para um marmanjo.</p>
<p><strong>2) <em>Fantasia</em></strong><em> </em>(1940)<br />É o casamento ideal entre imagem, música e som em toda a história da animação. É a perfeição que Walt Disney tanto almejava.</p>
<p><strong>3) <em>Fievel &#8211; Um Conto Americano</em></strong> (1986)<br />A direção é de Don Bluth, mas a produção de Steven Spielberg torna evidente quem está no controle da emocionante história do ratinho Fievel, que se perde dos pais. Enquanto escrevo, diversas músicas surgem na minha cabeça: &#8220;Não existem gatos na América&#8221;, &#8220;Não diga nunca, nem nunca jamais&#8221; e, claro, &#8220;Somewhere Out There&#8221;.</p>
<p><strong>4) <em>Toy Story 2</em></strong> (1999)<br />Para mim, o melhor da Pixar. Até <em>Ratatouille</em>? Quem sabe? Acho que a Pixar jamais errou e escolher seu melhor filme é uma questão pessoal (e difícil). Em <em>Toy Story 2</em>, sou fascinado pela força da amizade que movem os brinquedos. E a sensação da nostalgia de que já fui um menino, que brincava com alguns desses bonecos é algo que me deixa sem palavras. E o pior é esse desenho dizer que os brinquedos ficam tristes quando o seu dono cresce.</p>
<p><strong>5) <em>Akira</em></strong> (1988)</span><br /><span style="font-family:verdana;">Katsuhiro Ôtomo é um dos dois gênios da animação atual. <em>Akira </em>daria um grande filme de ficção científica. Como desenho, ele é perfeito. Fantasia adulta dark, violenta, intolerante e imprevisível.<br /></span><br /><span style="font-family:verdana;"><strong>6) <em>A Viagem de Chihiro</em></strong> (2001)</span><br /><span style="font-family:verdana;">E Hayao Miyazaki é o outro gênio da animação. Esse também daria um belo filme com atores reais. <em>A Viagem de Chihiro</em> é encantador, triste e divertido. Miyazaki consegue explorar todos os sentimentos da platéia neste filme.</p>
<p><strong>7) <em>Os Incríveis</em></strong> (2004)<br />Brad Bird, o diretor de <em>Ratatouille</em>, fez o melhor filme de super-heróis da década. Só que é uma animação, não é? Às vezes, eu me esqueço desse detalhe&#8230;</p>
<p><strong> <img src='http://www.hollywoodiano.com/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> <em>Procurando Nemo</em></strong> (2003)</span><br /><span style="font-family:Verdana;">Em primeiro lugar, uma história emocionante entre pai e filho não chama apenas a minha atenção. É um conto capaz de capturar o mundo inteiro. Talvez, por isso, que <em>Nemo</em> seja o filme mais amado da Pixar. Só por isso. Pois está tudo lá: a qualidade da animação, o roteiro perfeito e a análise de personagens que vivem em sociedades simples (ou medíocres?).</p>
<p><strong>9) <em>O Rei Leão</em></strong> (1994)<br />O melhor musical da Disney na década passada (e nos últimos anos). Ponto final.</p>
<p><strong>10) <em>A Bela e a Fera</em></strong> (1991)<br />O segundo melhor musical da Disney nos anos 90. E sem falar no auxílio da computação gráfica em algumas seqüências, que marcou época. Foi um divisor de águas em qualidade técnica. Até hoje, <em>A Bela e a Fera</em> é a única animação já indicada ao Oscar de <em>Melhor Filme</em>.</span> </div>
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