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	<title>Hollywoodiano &#187; quentin tarantino</title>
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		<title>À Prova de Morte</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 16:35:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Posts]]></category>
		<category><![CDATA[quentin tarantino]]></category>

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		<description><![CDATA[Após 3 anos de atraso, filme de Tarantino estrelado por Kurt Russell finalmente chega aos cinemas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.hollywoodiano.com-a.googlepages.com/quatroestrelas.JPG" border="0" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4019" title="Stuntman Mike" src="http://www.hollywoodiano.com/wp-content/uploads/2010/07/Stuntman-Mike.jpg" alt="Stuntman Mike" width="600" height="300" /><br />
No auge de suas carreiras, os cineastas George Cukor, Woody Allen e Pedro Almodóvar pareciam compreender as mulheres de suas épocas. São três nomes que acompanharam o universo feminino pelo cinema desde o romantismo exacerbado até a conquista de seus direitos dentro de uma sociedade dominada por homens.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de começar sua filmografia com intensas (e originais) histórias policiais de bolso, Quentin Tarantino é sim um cineasta preocupado em dar voz às mulheres. Por mais estranho que isso possa parecer, o diretor mais influente (e imitado) desde o início dos anos 1990 é um herdeiro do legado de Cukor, Allen e Almodóvar.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, existe o cinema como você conhece e existe o cinema segundo Quentin Tarantino. Que ninguém mais diga que Tarantino copia. Goste ou não, ele é original. Sua referência eterna é a cultura pop. O diretor é cinéfilo, fã de quadrinhos, armas, kung fu, bares, restaurantes, faroestes, carrões, e tudo quanto é cenário para um papo (ao mesmo tempo) descontraído e reflexivo sobre o que foi pop e cult – e como isso reflete nas tribos da atualidade. E não adianta teimar: ninguém consegue se igualar a Tarantino nesses quesitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Verborrágico, o cineasta expõe suas opiniões por cada um de seus personagens bizarros de tão reais. Ao menos, eles falam tudo aquilo que não temos coragem de dizer, mas que certamente passam pela cabeça de qualquer um. Se você ainda não se acostumou, <strong><em>À Prova de Morte</em></strong> (<em>Death Proof</em>, 2007), filme desmembrado do projeto <em>Grindhouse </em>(idealizado em parceria com o amigo Robert Rodriguez, que dirigiu a metade <em>Planeta Terror</em>), pode flertar com o suspense e o terror, mas faz parte de seu universo particular.</p>
<p style="text-align: justify;">E aos poucos, dentro desse mundo, Quentin Tarantino mostra que entende as mulheres. Foi assim com Pam Grier, em <em>Jackie Brown</em>, e Uma Thurman, em <em>Kill Bill</em>. E faz de novo em <em>À Prova de Morte</em>. Para chegar nesse ponto, Kurt Russell (impagável) é a cobaia. Ele pode ter cara de protagonista, mas são as belas moças do filme que dão as cartas.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre referências ao pop e até mesmo à sua filmografia (os fãs vão se divertir ao identificar detalhes e personagens de outros trabalhos do diretor), Tarantino acompanha duas turmas de belas garotas com algumas coisas em comum: elas só querem se divertir e são atacadas pelo misterioso maníaco das estradas conhecido como “Stuntman Mike” (Russell). À bordo de seu potente <em>muscle car</em> negro “à prova de morte”, ele detona as pobrezinhas a cerca de 200 Km/h. O diretor e roteirista não explica os motivos do assassino e nem diz muito sobre seu passado – tirando, claro, a informação que está no nome.</p>
<p style="text-align: justify;">Tarantino é mestre em criar personagens místicos de tão trash. Ele joga pouquíssimas informações só para situar o espectador na história. E é só. Isso intriga e é genial. Veja bem: quem foi Vincent Vega (John Travolta), em <em>Pulp Fiction</em>? Quem são os bandidos de <em>Cães de Aluguel</em>? E a Noiva (Uma Thurman), de <em>Kill Bill</em>? O “Dublê Mike” de Kurt Russell é o mais novo integrante dessa galeria tarantinesca.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando ao enredo, a primeira metade de <em>À Prova de Morte</em> pode irritar um pouco as mulheres, mas o público masculino agradece. É um exagero de closes no melhor da anatomia feminina, incluindo o fetiche do diretor por pés já notado em <em>Kill Bill</em> e <em>Jackie Brown</em>, além de muito blá-blá-blá ao estilo Tarantino.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4020" title="Death Proof" src="http://www.hollywoodiano.com/wp-content/uploads/2010/07/Death-Proof.jpg" alt="Death Proof" width="600" height="300" /><br />
O cineasta já revelou nos extras do DVD de <em>Kill Bill</em>, que sempre quis enfrentar o desafio de filmar cenas de ação. Para ele, todo grande diretor deveria passar por isso. Se ele realizou o sonho no <em>Volume 1</em>, deixou todo o vocabulário conhecido pelos fãs para o <em>Volume 2</em>. Em <em>À Prova de Morte</em>, ele faz o contrário. Começa falastrão e na segunda metade, Tarantino engata (literalmente) a quinta marcha e entrega um invejável espetáculo de ação sobre rodas. Na contramão do festival de efeitos gerados por computador (técnica hollywoodiana ironizada num diálogo comandado por Kurt Russell), o diretor monta suas sequências em alta velocidade à moda antiga e faz você grudar na cadeira.</p>
<p style="text-align: justify;">E é na metade final, que Tarantino pede desculpas às mulheres e mostra sua verdadeira intenção. Primeiro, ele ganha a atenção dos homens, para depois conquistar o público feminino. Sensacional. Elas passam de caça a caçadoras.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>À Prova de Morte</em> não deixa de ser uma fábula extremamente feminista. Para Tarantino, a mulher não deve se entregar à aparente força masculina. Ela não deixa de amar; deseja ser mãe e faz o que bem entende &#8211; exatamente como os homens sempre fizeram (e fazem). Aqui, a mulher não abdica da feminilidade para tomar o controle e é rainha do universo de Quentin Tarantino, sem ligar para a opinião dos outros. E coitado daquele que pisar no seu calo. Como a Noiva fez, em <em>Kill Bill</em>, as garotas de <em>À Prova de Morte</em> partem para cima do “frágil” Stuntman Mike. É o homem se curvando diante da mulher ao descobrir sua força anteriormente reprimida. Tudo ao som de uma dançante trilha escolhida a dedo pelo diretor. Como sempre.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode parecer um Tarantino menor, porque é assumidamente um filme de puro entretenimento. E por não ser tão forte quanto <em>Cães de Aluguel</em> ou <em>Pulp Fiction</em>. Ou épico como <em>Kill Bill</em>. Mas ainda assim é mais um exemplar que confirma seu talento como contador de histórias e cineasta no total controle de seu ofício. Quando o filme termina, você pode sair rindo ou gargalhando do cinema. Mas, minutos depois, será inevitável não refletir sobre o que o autor Tarantino acabou de aprontar. Isso não acontece em qualquer “filme de entretenimento”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>À Prova de Morte</em></strong> (<em>Death Proof</em>, 2007)<br />
<strong>Direção:</strong> Quentin Tarantino<br />
<strong>Elenco:</strong> Kurt Russell, Rosario Dawson, Vanessa Ferlito, Rose McGowan, Sydney Tamiia Poitier, Mary Elizabeth Winstead e Zoe Bell</p>
<p><strong><em>Obs: O Hollywoodiano assistiu &#8220;À Prova de Morte&#8221; na Mostra Internacional de São Paulo. A crítica foi postada originalmente em 22 de outubro de 2007. Só pra  você ver como o filme demorou a estrear.</em></strong></p>
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		<title>Bastardos Inglórios</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 22:31:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts]]></category>
		<category><![CDATA[brad pitt]]></category>
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		<category><![CDATA[quentin tarantino]]></category>

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No Oscar 2002, a Miramax levantou uma polêmica contra seu principal concorrente na categoria de Melhor Filme: Uma Mente Brilhante, da Dreamworks. Segundo os irmãos Harvey e Bob Weinstein, chefões da Miramax, o filme de Ron Howard distorce os tais fatos reais escancarados na campanha de divulgação da cinebiografia de John Nash, interpretado brilhantemente por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.hollywoodiano.com-a.googlepages.com/cincoestrelas.JPG" border="0" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1392" title="If you call me Benjamin Button again..." src="http://www.hollywoodiano.com/wp-content/uploads/2009/10/If-you-call-me-Benjamin-Button-again....jpg" alt="If you call me Benjamin Button again..." width="600" height="300" /><br />
No Oscar 2002, a Miramax levantou uma polêmica contra seu principal concorrente na categoria de <em>Melhor Filme</em>: <em>Uma Mente Brilhante</em>, da Dreamworks. Segundo os irmãos Harvey e Bob Weinstein, chefões da Miramax, o filme de Ron Howard distorce os tais fatos reais escancarados na campanha de divulgação da cinebiografia de John Nash, interpretado brilhantemente por Russell Crowe. Algumas pessoas ficaram do lado da Miramax, outras apoiaram a Academia, que acabou premiando <em>Uma Mente Brilhante</em> mesmo assim. Em resposta, Ron Howard e sua equipe alegaram que trata-se de um filme e não de realidade. Agora, eu fico aqui tentando imaginar o que a The Weinstein Company pensa sobre <em><strong>Bastardos Inglórios</strong></em> (<em>Inglourious Basterds</em>, 2009), produção que leva o selo de garantia da nova casa de Harvey e Bob. Duas coisas que posso tirar disso: Os Weinsteins só entendem de marketing, enquanto Quentin Tarantino é um gênio do cinema.</p>
<p style="text-align: justify;">Já vimos filmes de guerra de todos os tipos e tenho certeza que Tarantino viu muito mais. Há tempos querendo fazer seu próprio exemplar do gênero, Tarantino, que é um dos cineastas mais originais da atualidade, não cairia na tentação de montar seu filme à imagem e semelhança de <em>O Resgate do Soldado Ryan</em>, como todas as outras produções do gênero fazem desde então. E já estava mais do que na hora de alguém injetar um pouco de ânimo no cinema bélico. Como Sergio Leone nos <em>westerns</em>, Tarantino fez de <em>Bastardos Inglórios</em> o seu <em>war spaghetti</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Os conhecimentos gerais de Tarantino o tornam a pessoa certa para esta missão. São conhecimentos não exatamente das regras da cartilha cinematográfica, mas daquilo que se vê em filmes. Falo da magia que leva o cinéfilo a se apaixonar por cenas memoráveis e a decorar inúmeros diálogos. A educação cinéfila é a base de Tarantino. Carregado de humor, vigor, paixão e no total controle de seu ofício, o diretor mostra que seu compromisso não é com a História da humanidade, mas com a história da sétima arte. O diretor de <em>Pulp Fiction</em> e <em>Kill Bill</em> relembra que ir ao cinema é, acima de tudo, um evento. O público compra ingressos para ver o show e, lá no fundo, quer se acabar num grande espetáculo maior que a vida. Se quiséssemos uma aula de história, não iríamos ao cinema, certo? Sei que muitos não concordam comigo neste ponto, mas o cinema não pode se acostumar com a realidade. Claro que também não pode se tornar 100% escapista. Mas, de vez em quando, é muito bom lembrar como nos apaixonamos pelos filmes. E Tarantino é um sujeito que mantém esse sentimento vivo dentro de cada um de nós.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1391" title="Call it, Friendo" src="http://www.hollywoodiano.com/wp-content/uploads/2009/10/Call-it-Friendo.jpg" alt="Call it, Friendo" width="600" height="300" /><br />
Se a guerra de <em>Bastardos Inglórios</em> não está nos livros, ela pode ser desvendada ou aprendida na história do cinema. Passe numa locadora e leve com você os DVDs de <em>Rastros de Ódio</em>, de John Ford, <em>Era uma Vez no Oeste</em>, de Sergio Leone, <em>Ser ou Não Ser</em>, de Ernst Lubitsch, <em>Os Doze Condenados</em>, de Robert Aldrich, e <em>Fugindo do Inferno</em>, de John Sturges &#8211; só para citar alguns. Procure também por <em>Fervura Máxima</em>, de John Woo, além de todos os filmes de Quentin Tarantino com seus diálogos longos e inteligentes, tão nervosos e divertidos quanto as cenas orquestradas pelo diretor. Não quero contar onde vi referências a cada um desses filmes em <em>Bastardos Inglórios &#8211; </em>para não estragar sua experiência -, mas repare na bela sequência que abre o filme e tente não lembrar de John Ford e Sergio Leone. Tente não lembrar dos clímaxes de <em>O Poderoso Chefão</em> (partes I e III), de Francis Ford Coppola, e <em>O Homem que Sabia Demais</em>, de Alfred Hitchcock, no final de <em>Bastardos Inglórios</em>, que se passa em um cinema lotado.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando lemos a sinopse de <em>Bastardos Inglórios</em>, entendemos que é a História como ela é: &#8220;Grupo de soldados judeus tenta promover o Holocausto Nazista caçando e executando oficiais do exército de Hitler na Segunda Guerra Mundial.&#8221; Ah, mas Quentin Tarantino começa seu filme escrevendo na tela: &#8220;Era uma vez numa França ocupada por nazistas&#8221;. Pronto. Em sua guerra cinematográfica, o &#8220;era uma vez&#8221; lhe dá liberdade para fazer o que quiser daqui em diante. Dane-se a História. No filme que você vai ver, esqueça tudo o que aprendeu nos livros. Esqueça também que ninguém ouvia David Bowie na Segunda Guerra. Apenas&#8230; aproveite a viagem de Tarantino.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Bastardos Inglórios</em> é um diálogo de cinéfilo para cinéfilo. Não é somente sobre os  tais &#8221;bastardos&#8221;. Também não são três histórias. São três linhas que compõem uma trama. É basicamente um filme sobre um herói caipira, um nazista sádico, engraçado e inteligentíssimo, e uma bela garota.</p>
<p style="text-align: justify;">O herói caipira é o tenente Aldo Raine - Hmm, Aldo Ray? -, interpretado por um divertido Brad Pitt, que sempre se sai melhor em papéis cômicos e bizarros, do que na pele de personagens extremamente dramáticos. Ele lidera os &#8220;Bastardos Inglórios&#8221;, que espalham o terror entre os nazistas. O filme também é sobre Hans Landa, o agente do Führer popularmente conhecido como &#8220;Caçador de Judeus&#8221;. Suas palavras são tão perigosas quanto suas mãos nos pescoços de suas vítimas ou suas armas de fogo guardadas em algum lugar de seu uniforme. O imprevisível e genial Hans Landa é interpretado pelo ator austríaco Christoph Waltz, recém-descoberto por Quentin Tarantino e que ainda vai dar muito o que falar. Waltz só não rouba o filme porque <em>Bastardos Inglórios</em> é uma obra-prima. Ele é uma das partes essenciais de um todo. Finalmente, temos a jovem judia Shosanna (nomezinho saído do bom humor de Tarantino, que é muito mais engraçado quando pronunciado corretamente). Na verdade, ela é o coração do filme. Sua presença remete, entre outros tantos filmes, à Noiva de <em>Kill Bill</em>. Shosanna, que faz a câmera de Tarantino se ajoelhar de paixão em cada <em>frame</em>, arquiteta um plano para se vingar do algoz de sua família, que é ninguém menos que o diabólico Hans Landa.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1388" title="I love you Shosanna" src="http://www.hollywoodiano.com/wp-content/uploads/2009/10/I-love-you-Shosanna.jpg" alt="I love you Shosanna" width="600" height="300" /><br />
E que ninguém jamais acuse Tarantino de ser um imitador. Para chegar até este filme, que é sua obra-prima, ele apresentou seu estilo próprio com, principalmente, <em>Cães de Aluguel</em>, <em>Pulp Fiction</em> e <em>Kill Bill</em>. Já estamos acostumados com Tarantino. Agora, mesmo desbravando terrenos clássicos do cinema, com direção de arte, figurinos e fotografias de deixar qualquer cinéfilo de queixo caído, Tarantino continua sendo Tarantino. Um pouco mais maduro, é verdade. Mas ainda continua sendo &#8220;o cara&#8221;, que tem a audácia de subverter a História em nome do amor pelo cinema, com uma coragem que poucos cineastas antes dele tiveram. É &#8220;o cara&#8221; que termina seu filme com Brad Pitt dizendo (sem a mínima vergonha): &#8220;Acho que fiz a minha obra-prima&#8221;. Assino embaixo, Sr. Tarantino.</p>
<p><strong><em>Bastardos Inglórios</em></strong> (<em>Inglourious Basterds</em>, 2009)<br />
<strong>Direção e roteiro:</strong> Quentin Tarantino<br />
<strong>Elenco:</strong> Brad Pitt, Mélanie Laurent, Christoph Waltz, Eli Roth, Michael Fassbender, Diane Kruger, Daniel Brühl, Til Schweiger, Gedeon Burkhard, Jacky Ido, B.J. Novak, Omar Doom, August Diehl e Denis Menochet</p>
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