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	<title>Hollywoodiano &#187; steven soderbergh</title>
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		<title>O Desinformante</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 03:39:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts]]></category>
		<category><![CDATA[matt damon]]></category>
		<category><![CDATA[steven soderbergh]]></category>

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		<description><![CDATA[Matt Damon salva o filme de Steven Soderbergh com uma atuação que pode lhe render uma indicação ao Oscar de Melhor Ator]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.hollywoodiano.com-a.googlepages.com/trsestrelas.JPG" border="0" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1521" title="Matt Damon em O Desinformante" src="http://www.hollywoodiano.com/wp-content/uploads/2009/10/Matt-Damon-em-O-Desinformante1.jpg" alt="Matt Damon em O Desinformante" width="600" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Levante a mão quem jamais contou uma mentira na vida! Ninguém? Ok, tudo bem. Olha, não tenha vergonha, afinal somos normais. Agora, se alguém aí mente o tempo todo e, pior do que isso, acredita na própria lorota&#8230; Sinceramente, é melhor procurar ajuda profissional o quanto antes. Ou então vai acabar como Mark Whitacre,  ex-executivo de uma grande empresa de produtos alimentícios, que levou o FBI, seus colegas de trabalho, a imprensa, a própria mulher e a si mesmo em uma jornada compulsiva de mentiras que durou mais de uma década. Parece (desculpe-me pelo trocadilho) mentira, mas a história de <strong><em>O Desinformante</em></strong> (<em>The Informant!</em>, 2009) realmente aconteceu.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme começa no início dos anos 90 e vai até meados da primeira década deste milênio. Mark Whitacre (Matt Damon, excelente) é o vice-presidente da ADM, empresa responsável por colocar em diversos alimentos aquele ingrediente que faz toda a diferença &#8211; mesmo que, segundo ele, quase tudo seja derivado do milho. Sua rotina casa-fábrica-escritório é afetada quando um executivo japonês alega saber da existência de um sabotador na empresa, que funcionaria como uma fixadora de preços de seus produtos. E ele ameaça pôr a boca no trombone. O FBI entra na jogada e, apoiado pela esposa (Melanie Lynskey, de <em>Two and a Half Men</em>), Mark resolve contar a verdade aos agentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Até aqui, <em>O Desinformante</em> lembra tramas de filmes como <em>A Firma</em> e <em>O Informante</em>, mas isso é apenas o começo. O diretor Steven Soderbergh e o roteirista Scott Z. Burns, inspirado pelo livro de Kurt Eichenwald, estão  mais interessados no estudo do fascinante personagem que é Mark Whitacre, que se embola nas próprias histórias que ele mesmo acredita. Sua rede de mentiras vai longe demais e quando todo mundo descobre o tamanho do problema que se passa em sua cabeça oca, só resta ao grande mentiroso do filme aceitar que precisa de ajuda. No fundo, <em>O Desinformante</em> é sobre um homem muito doente. Parece triste, mas não é.</p>
<p style="text-align: justify;">Steven Soderbergh quer fazer a plateia rir para não chorar e enche seu filme de narrações em <em>off </em>de Mark Whitacre, dialogando com seu próprio cérebro, que o alimenta de mentiras. Soderbergh reforça essa intenção estranhamente cômica com o uso de uma trilha sonora engraçadinha &#8211; um dos pontos antos do filme &#8211; que parece saída de uma <em>sitcom </em>dos primórdios da TV americana. Composta por Marvin Hamlisch, a trilha de <em>O Desinformante</em> é uma das melhores do ano. O que também tira a seriedade da trama é a ambientação exagerada de uma produção com cara de que foi feita na Hollywood dos anos 70 &#8211; preste atenção, principalmente, na abertura do filme.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo o que foi dito no parágrafo acima funcionaria às mil maravilhas se Soderbergh tivesse uma assinatura. Perdido entre projetos experimentais, como <em>Che</em>, e superproduções, como <em>Onze Homens e um Segredo</em>, o diretor acha que pode pular de uma história para outra e de um gênero para outro somente para agradar ao próprio ego. Relapso, ele esquece que tem compromisso com a plateia que paga caro para ir ao cinema. Longe de ser um gênio, Soderbergh sabe filmar muito bem, mas precisa decidir o que quer da vida. Ou então, muita gente vai olhar para <em>O Desinformante </em>e achar que é um filme fraco dos Irmãos Coen. Por fora, o longa se aproxima do estilo dos talentosos cineastas de <em>Fargo</em>, <em>Arizona Nunca Mais</em> e <em>Barton Fink</em>, que sabem lidar perfeitamente com o drama e a comédia. Mas por dentro, <em>O Desinformante</em> não passa de uma produção sem identidade, feita por um diretor que brinca de fazer cinema somente para testar seus limites.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda bem, pelo menos, que <em>O Desinformante</em> tem alma: Matt Damon. O ator, que mudou fisicamente para o papel, encontrou o tom certo do personagem e leva o filme nas costas com extrema facilidade numa atuação que anda na linha tênua entre o cômico e o trágico. É por causa dele que a crítica merece mais uma estrela.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme também vale pela grande quantidade de atores de TV dando as caras. Temos Scott Bakula, de <em>Enterprise</em>, Scott Adsit, de <em>30 Rock</em>, Tony Hale, de <em>Arrested Development</em>, a já citada Melanie Lynskey, entre outros. E temos o prazer de rever o sumido Thomas F. Wilson, o vilão Biff Tannen, da trilogia <em>De Volta Para o Futuro</em> (quando Robert Zemeckis era bom).</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong> </strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>O Desinformante</strong></em> (<em>The Informant!</em>, 2009)<br />
<strong>Direção:</strong> Steven Soderbergh<br />
<strong>Roteiro:</strong> <span id="Conteudo1_lblRoteiro">Scott Z. Burns (Baseado no livro de Kurt Eichenwald)<br />
<strong>Elenco:</strong> <span id="Conteudo1_lblElenco">Matt Damon, Scott Bakula, Joel McHale, Melanie Lynskey, Tony Hale e Thomas F. Wilson</span></span></p>
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		<title>Che 2: A Guerrilha</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 20:59:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Posts]]></category>
		<category><![CDATA[benicio del toro]]></category>
		<category><![CDATA[steven soderbergh]]></category>

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		<description><![CDATA[Filme não recomendado para quem tem sono fácil]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.hollywoodiano.com-a.googlepages.com/duasestrelas.JPG" border="0" alt="" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1126" title="Che Part Two_1" src="http://www.hollywoodi.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2009/09/Che-Part-Two_1.jpg" alt="Che Part Two_1" width="600" height="326" /></p>
<p style="text-align: justify;">Em <em><strong>Che 2: A Guerrilha</strong></em> (<em>Che: Part Two</em>, 2008), o diretor Steven Soderbergh conclui sua análise humanista do amado e odiado revolucionário argentino. Como na primeira parte, o cineasta mais eclético da Hollywood atual continua distante de qualquer emoção com um olhar não exatamente gélido, mas indiferente. Só que uma coisa é acompanhar a campanha vitoriosa de um personagem real &#8211; mesmo sem tomar partido -, como vimos nas duas horas iniciais de <em>Che</em>. Mesmo com a falta de comprometimento dramático do diretor, o público se esforça e é até capaz de se envolver numa história de conquista, já que o espírito dialoga com motivações e princípios básicos da humanidade. Outra coisa &#8211; eis o grande erro de Soderbergh &#8211; é ver o diretor utilizar a mesma tática para narrar a derrota de Che Guevara pelas selvas bolivianas. Bom, você sabe, a sensação de perder é totalmente oposta à da vitória. Imagine então assimilar isso de maneira impassível. Ao sair do cinema sem sentir absolutamente nada, o espectador tem a convicção de que o filme não fede nem cheira.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez Soderbergh tenha mergulhado de cabeça num esforço pessoal para compreender as razões que levaram Che ao fracasso de sua cruzada idealista na Bolívia. Até hoje, existem vários mistérios em torno da derrota do guerrilheiro. Talvez, movido pela euforia da vitória em Cuba, Che tenha sido dominado pelo excesso de confiança juvenil e a sensação de que jamais seria vencido. Talvez ele não tenha percebido que a idade avançou. Ou então achou que sua ideia utópica para a América nunca esbarraria em culturas que não respeitam fronteiras. Talvez Che Guevara não tenha se adaptado a novas condições climáticas e territoriais. Mas o que aconteceu de fato? Teria ele subestimado seus oponentes? Ele foi surpreendido pela organização das forças rivais, com total apoio dos EUA? Será que a Esquerda e as diretrizes comunistas não eram mais aquelas que resultaram na Revolução Cubana? Enfim, continua um enigma. O problema é que Soderbergh, assim como Che, se perdeu. Quando poderia, ao menos, seguir uma delas, o diretor tentou decifrar a questão em todas essas vertentes e meteu os pés pelas mãos.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1125" title="Che Part Two_2" src="http://www.hollywoodi.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2009/09/Che-Part-Two_2.jpg" alt="Che Part Two_2" width="600" height="357" /><br />
O ponto é que o currículo eclético de Steven Soderbergh não deveria ser digno de admiração. Faz filmes comerciais competentes como a série <em>Onze Homens e um Segredo</em>, mas insiste em projetos experimentais como <em>Confissões de uma Garota de Programa</em>. Acho que ele deveria tirar uma férias, parar, relaxar e, por fim, pensar. É evidente que Soderbergh está perdendo o rumo com suas investidas como desbravador de novas técnicas com o digital em filmes estritamente voltados para a arte. Cara, ou você nasce com isso ou pede pra sair.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas <em>Che 2: A Guerrilha</em> não é um desastre, apesar de funcionar como uma conclusão decepcionante em termos de cinema em relação ao primeiro filme. Resta a atuação soberba de Benicio Del Toro. O que mais impressiona em sua performance é acompanhar a aniquilação física e mental de Che Guevara, que se une completamente à terra; ao ambiente. No fim, tanto a América quanto Che se tornam um só. Pena que não temos um especialista no assunto como Terrence Malick, de <em>Além da Linha Vermelha</em>, na direção.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Che 2: A Guerrilha</em></strong> (<em>Che: Part Two</em>, 2008)<br />
<strong>Direção:</strong> Steven Soderbergh<br />
<strong>Roteiro:</strong> Peter Buchman e Benjamin A. Van Der Veen (Baseado em <em>The Bolivian Diary</em>, de Ernesto &#8220;Che&#8221; Guevara)<br />
<strong>Elenco:</strong> Benicio Del Toro, Franka Potente, Joaquim de Almeida, Demián Bichir e Lou Diamond Phillips</p>
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		<title>Che</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 02:43:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio Almeida</dc:creator>
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		<category><![CDATA[steven soderbergh]]></category>

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		<description><![CDATA[Filme pode não ser relevante para quem conhece a trajetória de Guevara, mas é uma boa oportunidade para as novas gerações serem apresentadas ao personagem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.hollywoodiano.com-a.googlepages.com/trsestrelas.JPG" border="0" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1077" title="Che 1" src="http://www.hollywoodi.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2009/09/Che-1.jpg" alt="Che 1" width="596" height="343" /><br />
Todo mundo tem uma opinião formada a respeito de Ernesto &#8220;Che&#8221; Guevara, uma das figuras mais comentadas do século XX. A diferença é que a esmagadora maioria se refere ao mito &#8211; aquele que foi marcado para sempre na História escrita pelos vencedores &#8211; e não ao homem. Herói ou vilão? Quem foi o verdadeiro Ernesto Guevara por trás de imagens famosas em fotos e vídeos registrados na época da Revolução Cubana? De fato, Che é um personagem fantástico &#8211; independente de seus objetivos políticos e ideológicos &#8211; que gera diferentes interpretações. Uma das mais recentes vem do diretor Steven Soderbergh, em um épico que terminou com cerca de quatro horas de duração. Exibido em duas partes, entre os eventos que marcaram o encontro do revolucionário com Fidel Castro até seus últimos dias de vida na Bolívia, <em><strong>Che</strong></em> (<em>Che: Part One</em>, 2008) e <em>Che 2 &#8211; A Guerrilha</em> (<em>Che: Part Two</em>, 2008) tentam desvendar o ser humano e não a lenda.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro filme fala essencialmente da Revolução Cubana. Seguindo uma estrutura narrativa não-linear, Soderbergh brinca com passado &#8211; a preparação de Che (Benicio Del Toro), Fidel (Demián Bichir) e seu exército para invadir Cuba e derrubar a ditadura de Fulgêncio Batista &#8211; e futuro -  a passagem de Che por Nova York, onde fez um simbólico discurso na sede da ONU -, mas jamais dá sua opinião à respeito do revolucionário. Muito menos mostra como ele decidiu iniciar uma saga idealista (e sangrenta) pelo continente. Mesmo emocionalmente distante, Soderbergh tenta traçar um perfil de Che próximo daquele que foi real em suas batalhas. É como se fosse um documentário com atores.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1076" title="Che 2" src="http://www.hollywoodi.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2009/09/Che-2.jpg" alt="Che 2" width="599" height="349" /></p>
<p style="text-align: justify;">É evidente que Soderbergh não buscou uma visão romântica, que é um elemento tradicionalmente explorado em cinebiografias, mas o fato é que muita coisa mudou neste mundo desde que Che Guevara bateu as botas. Quero dizer que a expectativa pode ser uma inimiga, afinal nem todos que enxergavam Che como um herói o veem da mesma forma nos dias de hoje, assim como tem gente que já não o define mais como um baderneiro ou um assassino. Mas não é neste filme que você vai entender a figura de Che.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme pode não ser relevante para quem conhece a trajetória de Guevara, mas é uma boa oportunidade para as novas gerações serem apresentadas ao personagem. Quem quiser se aprofundar no tema que procure por outras fontes. Enfim, Soderbergh não quis sarna pra se coçar, afinal não é fácil tomar partido de um ícone comunista em um mundo americanizado. Por outro lado, ele deixa a fascinante ambiguidade de Che mais viva do que nunca. Acho que a decisão do diretor foi correta &#8211; ainda mais quando temos atores de Hollywood idolatrando Hugo Chávez.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1075" title="Che 3" src="http://www.hollywoodi.dominiotemporario.com/wp-content/uploads/2009/09/Che-31.jpg" alt="Che 3" width="595" height="310" /></p>
<p style="text-align: justify;">E Soderbergh compensa qualquer reclamação possível na habilidade da condução da montagem do filme, com suas idas e vindas no tempo, em imagens digitais que seduzem principalmente quando surge o preto e branco granulado nas cenas da passagem de Che por Nova York, anos depois de sua vitória em Cuba. Tanta qualidade técnica só intriga ainda mais aqueles que querem descobrir o verdadeiro Che. Quem foi esse cara? E o que é ser comunista? Preste atenção na cena final, quando o líder revolucionário manda um de seus soldados devolver um carro roubado. Fica difícil desfazer o nó nos neurônios depois dessa.</p>
<p style="text-align: justify;">Nada disso, porém, seria digno de nota sem a atuação extraordinária de Benicio Del Toro, completamente possuído por Che Guevara. Vencedor do prêmio de <em>Melhor Ator </em>no Festival de Cannes, ele foi ignorado pela Academia. Será que ainda tem alguma dúvida que Soderbergh estava certo em não se comprometer? Só acho que foi um erro dividir o filme em duas partes. Eu sei que quatro horas no cinema seriam um exagero, mas por deixar a emoção de lado e privilegiar o estilo documental, Soderbergh assume um risco e tanto ao interromper o filme pela metade.  Isso pode diminuir a curiosidade do público leigo em torno da história. Antes que o &#8220;2&#8242; chegue, os curiosos podem procurar por Che Guevara em livros, documentários e outras fontes. Quanto àqueles que vão ao cinema para serem arrebatados, essa pausa também pode levar a obra ao esquecimento no meio de tantos títulos fortes concorrendo pela atenção do público. Nada que um DVD contendo as duas partes não resolva, afinal tanto Steven Soderbergh quanto Che Guevara valem uma conferida.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Obs: &#8220;Che&#8221; saiu em DVD pela Europa Filmes</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Che</em></strong> (<em>Che: Part One</em>, 2008)<br />
<strong>Direção:</strong> Steven Soderbergh<br />
<strong>Roteiro:</strong> Peter Buchman (Baseado em &#8220;Remanescentes da Guerra Revolucionária Cubana&#8221;, de Ernesto &#8220;Che&#8221; Guevara)<br />
<strong>Elenco:</strong> Benicio Del Toro, Catalina Sandino Moreno, Demián Bichir, Rodrigo Santoro e Julia Ormond</p>
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