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	<title>Hollywoodiano: Cinema em alta definição &#187; tony scott</title>
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		<title>O Sequestro do Metrô 1 2 3</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 20:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Otavio Almeida</dc:creator>
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		<category><![CDATA[denzel washington]]></category>
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Tony Scott, o irmão menos talentoso de Ridley, acha que precisa inventar moda com a montagem de cenas ora congeladas, ora aceleradas para fazer gracinha e tentar imprimir uma marca que simplesmente não é única por ser tão banalizada por outros diretores desprezíveis. Scott (o Tony, e não o Ridley) acha que cinema é videoclipe. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.hollywoodiano.com-a.googlepages.com/umaestrela.JPG" border="0" alt="" /></p>
<p><a href="http://4.bp.blogspot.com/_NGcFvkK2OTo/Sq1ZJcgLRKI/AAAAAAAAFUc/C1ULXA8Kpkg/s1600-h/taking-of-pelham-123-0.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381055148582454434" style="display: block; margin: 0px auto 10px; width: 400px; cursor: pointer; height: 246px; text-align: center;" src="http://4.bp.blogspot.com/_NGcFvkK2OTo/Sq1ZJcgLRKI/AAAAAAAAFUc/C1ULXA8Kpkg/s400/taking-of-pelham-123-0.jpg" border="0" alt="" /></a><span style="font-family:verdana;"><br />
</span></p>
<div style="text-align: justify;font-family:verdana;"><span style="font-family:verdana;">Tony Scott, o irmão menos talentoso de Ridley, acha que precisa inventar moda com a montagem de cenas ora congeladas, ora aceleradas para fazer gracinha e tentar imprimir uma marca que simplesmente não é única por ser tão banalizada por outros diretores desprezíveis. Scott (o Tony, e não o Ridley) acha que cinema é videoclipe. Mesmo quando ele pega uma refilmagem de uma produção dos anos 70, com o ritmo particular de uma época do cinema, que se concentra muito mais nos diálogos entre Walter Matthau e Robert Shaw, do que na ação desenfreada. Nas mãos do diretor Tony Scott, porém, a nova versão de </span><span style="font-weight: bold;">O Sequestro do Metrô 1 2 3</span><span style="font-family:verdana;"> (</span><span style="font-style: italic;font-family:verdana;">The Taking of Pelham 1 2 3</span><span style="font-family:verdana;">, 2009) ganha traços modernos com ares de uma Nova York pós-11 de setembro dominada por paranoia, intolerância e excesso de tecnologia.</p>
<p></span><span style="font-family:verdana;">Até aí, tudo bem, afinal temos o prazer de ver Denzel Washington contra John Travolta na tela. Mas não se engane: quem comanda o show, para o nosso pesadelo, é Tony Scott. Ele não se contenta com seu ilustre elenco, que ainda tem John Turturro e James Gandolfini, e faz questão de mostrar que o filme pertence aos seus tiques conhecidos desde </span><span style="font-style: italic;font-family:verdana;">Top Gun</span><span style="font-family:verdana;"> e<span style="font-style: italic;"> Dias de Trovão</span>. Scott poderia, pelo menos, nos poupar de tanta previsibilidade. E nem isso ele faz.</span></div>
<p><a href="http://1.bp.blogspot.com/_NGcFvkK2OTo/Sq1ZEObJiWI/AAAAAAAAFUU/nqhlCST0f7U/s1600-h/thetakingofpelham123+%286%29.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381055058903927138" style="display: block; margin: 0px auto 10px; width: 400px; cursor: pointer; height: 268px; text-align: center;" src="http://1.bp.blogspot.com/_NGcFvkK2OTo/Sq1ZEObJiWI/AAAAAAAAFUU/nqhlCST0f7U/s400/thetakingofpelham123+%286%29.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family:verdana;">Desde a longa (e irritante) abertura, sabemos que Tony Scott dá as cartas. Mas não precisava demorar tanto nos créditos iniciais só para mostrar Ryder (John Travolta) sequestrando o metrô, que sai à 1:23 da estação Pelham, no Brooklyn, rumo a Manhattan. Ele quer 10 milhões de dólares em apenas uma hora. Caso contrário, um refém será morto a cada minuto. Com a atenção do prefeito (James Gandolfini), da mídia e de todas as autoridades de Nova York, Ryder, no entanto, só aceita falar com Walter Garber (Denzel Washington), um homem comum que comandava as linhas de trem no exato momento do sequestro.</span></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family:verdana;">Dos diálogos entre Washington e Travolta, carregados de sinceridade, testemunhamos um belo desenvolvimento de personagens. Aos poucos, ambos descobrem semelhanças entre seus objetivos que movem o Homem contra as instituições de uma cidade insana e intolerante após os eventos trágicos do 11 de setembro de 2001. Ryder é um ex-executivo de Wall Street, vítima do capitalismo, afirmando que os verdadeiros vilões estão no poder no país. Para ele, Garber sofreu os mesmo golpes do Estado e, agora, tenta se livrar de acusações graves que ameaçam sua vida pessoal e profissional. Lá no fundo, Garber concorda com Ryder, mas existe uma pequena diferença entre os dois. Ryder perdeu tudo e só tem olhos para si próprio. O &#8220;mocinho&#8221; da história ainda vê razão para viver e reconhece que há algo de bom neste mundo que enobrece seu dia a dia: a família e o trabalho. Ao contrário do &#8220;bandido&#8221;, Garber ainda tem uma luz no fim do túnel. Denzel Washington, para variar, está muito bem. John Travolta, por outro lado, surpreende. Mostra que sabe atuar quando quer.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family:verdana;">Mas todo o drama construído pelos atores vai por água abaixo com as interferências de Tony Scott. O diretor insiste em se intrometer com seus exageros visuais, que vão desde batidas de carros desnecessárias a pausas na ação para mostrar na tela quanto tempo falta para esgotar o prazo da entrega do dinheiro.</span></p>
<p><a href="http://1.bp.blogspot.com/_NGcFvkK2OTo/Sq1Y62BuvYI/AAAAAAAAFUM/vqogfr6X2JU/s1600-h/thetakingofpelham123+%2818%29.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381054897736039810" style="display: block; margin: 0px auto 10px; width: 400px; cursor: pointer; height: 268px; text-align: center;" src="http://1.bp.blogspot.com/_NGcFvkK2OTo/Sq1Y62BuvYI/AAAAAAAAFUM/vqogfr6X2JU/s400/thetakingofpelham123+%2818%29.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family:verdana;">Assim não dá pra levar a sério. Para completar a lambança, Scott ignora a construção dos personagens de Denzel Washington e John Travolta para apostar em um final previsível que contradiz alguns valores apresentados por Garber e Ryder durante o filme. Até tentei deixar de lado uma pergunta enviada pelo meu cérebro na metade do longa, mas com esse final, não teve jeito de esquecer.</p>
<p></span>A pergunta: Na hora em que atiradores de elite miram as cabeças de John Travolta e Luiz Guzmán dentro do trem, por que eles não mandaram bala? Cara, isso não encerraria o drama? Sem os dois bandidos na jogada, o restante dos vilões não receberia instruções por alguns segundos, que seriam preciosos para a aproximação dos policiais, que em menos de um minuto entrariam no vagão e BANG! Acabariam com a festa, soltando os reféns. Simples.</div>
<p>Ah, mas Tony Scott diria: Antes de atirar, um dos policiais poderia ser surpreendido por um ratinho, que entraria em sua calça e morderia sabe-se lá o quê. Isso poderia desviar a bala, então nada de arriscar. E segue o filme.</p>
<p><span style="font-style: italic;"><span style="font-weight: bold;font-family:verdana;"></p>
<div><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:verdana;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">O Sequestro do Metrô 1 2 3</span> (<span style="font-style: italic;">The Taking of Pelham 1 2 3</span>, 2009)<br />
<span style="font-weight: bold;">Direção:</span> Tony Scott<br />
<span style="font-weight: bold;">Roteiro:</span> Brian Helgland<br />
<span style="font-weight: bold;">Elenco:</span> </span><span id="Conteudo1_lblElenco" style="font-family:verdana;">Denzel Washington, John Travolta, John Turturro, Luis Guzmán, Michael Rispoli, James Gandolfini e Ramon Rodriguez</span></span></div>
<p></span></span></p>
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